Escolhendo uma distribuição
A escolha de uma distribuição GNU/Linux envolve diversos fatores e é motivo de discussão entre a maioria dos usuários. Um detalhe importante é que devemos levar em consideração, os fatores principais para esta tomada de decisão estão diretamente relacionados ao seu gosto pessoal e principalmente ao atendimento as suas necessidades.
Tudo bem, então me ajude a chegar a uma escolha
Não tenho a menor dúvida de que esta é a pergunta mais freqüente na absoluta maioria dos fóruns e listas de discussão sobre Linux no mundo.
Ela pode vir de várias formas. Pode ser genérica ou específica, aberta ou qualificada. O usuário novato que quer instalar o Linux em seu computador de casa pergunta qual a melhor entre as distribuições que ele viu na banca de jornal. O administrador de sistemas acostumado a outras arquiteturas quer saber qual a melhor distribuição para seu servidor. O usuário que não conseguiu fazer funcionar seu hardware quer saber qual a melhor para funcionar com Winmodems e outros periféricos de projeto exótico. E todos continuam perguntando: qual a melhor distribuição?
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Ao contrário de outras perguntas freqüentes, esta é uma que costuma ser sempre respondida. Isto porque a maior parte das distribuições possui verdadeiros fã-clubes, com usuários que recorrem a argumentos inflamados para tentar demonstrar mais uma vez, e definitivamente, que a sua distribuição de Linux preferida é a melhor de todas, incontestavelmente a única escolha sensata para instalação, não importando se é para rodar o Oracle em um servidor de 4 processadores, um programa de ensino à distância no Pentium 133 de uma escola ou os ambientes de trabalho da área de marketing de uma multinacional.
Entretanto, como as respostas dos vários fã-clubes se entrechocam, o usuário que fez a pergunta corre o risco de terminar com mais dúvidas do que tinha quando começou. Se a instalação é em um servidor, aparecem três bons argumentos para uso do Debian, mais três para o Red Hat, mais 3 para o Slackware, outros tantos para o SUSE, alguém dirá que o ideal é criar sua própria distribuição e outros responderão aos demais explicando por que eles não devem usar Debian, Red Hat, Slackware nem SUSE.
Ato contínuo, todos passarão a discutir entre si, buscando argumentos complexos sobre sistemas de gerenciamento de pacotes, dependências, quem é mais antigo, quem é mais livre, quem deu origem a quem e até sobre a vida pessoal dos mantenedores de cada uma das distribuições. Quem ainda não assistiu a este debate em uma lista de discussão?
A questão é antiga, e provavelmente insolúvel. Enquanto tivermos múltiplas distribuições, teremos seus fã-clubes e também os usuários querendo saber qual a melhor. Não há como evitar. Entretanto, os usuários experientes tendem a se importar com a desorientação causada nos novatos por este tipo de confusão, e procuram oferecer conselhos comuns, cheios de bom-senso e relativamente neutros. Sugerem consultar os websites das distribuições, consultar usuários da sua região (se você vai querer recorrer a eles para obter suporte, é bom usar a distribuição que eles conhecem), ou até mesmo experimentar mais de uma até encontrar a que mais se adapta a você.
Mas será que esta é a melhor resposta? Provavelmente sim, se tivermos que dar uma resposta curta. Entretanto, havendo tempo e espaço para elaborar, pode-se dar respostas mais completas, sem indicar alguma distribuição específica - já que em geral não se pode indicar uma distribuição específica sem conhecer exatamente as necessidades e as capacidades do interessado.
Afinal, qual é a melhor distribuição?
Já vi muitas tentativas de resposta a esta pergunta, baseadas nos mais diversos argumentos: uma seria a melhor por ser a mais antiga, outra por ter o maior número de pacotes, outra por dispensar instalação, outra por ser usada pelo próprio Linus Torvalds, outra por ser "a mais parecida com o Unix de verdade" (seja lá o que isso queira dizer), outra por ter um sistema de empacotamento superior, outra por não ter gerenciamento de dependências automático, outra por ser a mais livre, outra por ter o ciclo de atualizações mais longo, outra por oferecer mais documentação...
Como se vê, os critérios são múltiplos, e até mesmo conflitantes: os fãs de uma distribuição acham que a sua é a melhor por oferecer o maior reconhecimento automático de hardware, e os de outra acham que a sua é a melhor de todas porque não tem reconhecimento automático nenhum, deixando tudo nas mãos do administrador do sistema.
Há algumas classificações folclóricas também. Dizem que a distribuição X seria melhor para desktop, outra é a rainha dos servidores, a terceira suporta mais hardware... Embora várias delas tenham méritos em áreas específicas, também não é possível afirmar de maneira genérica que alguma delas seja a líder isolada e incontestável nestas categorias.
Mas estou no meu oitavo ano de participação em listas e fóruns de Linux, e já tive minha quota de entrar nesta discussão infinita. Com o tempo, fui desenvolvendo uma resposta padronizada (e que não menciona nenhuma distribuição específica) para oferecer a quem me pede ajuda para selecionar uma distribuição, e agora vou compartilhá-la com vocês. Use, adapte, copie, modifique, ou simplesmente ignore e continue fazendo tudo como você já fazia. Software livre é assim. :-)
Certo, mas então como escolher
Não é possível responder de forma ampla qual é a melhor distribuição de Linux - a melhor sempre será a que atender mais perfeitamente às suas necessidades. A resposta depende do que você pretende fazer com o sistema, da sua capacidade e interesse de administrar o sistema, e até mesmo de sua atitude em relação a algumas questões políticas e filosóficas.
A maior parte das distribuições de Linux consegue disponibilizar o mesmo conjunto de serviços, embora às vezes de maneiras bem diferentes. Algumas já vêm com todos os aplicativos e serviços incluídos nos CD's de instalação, outras exigem downloads e instalações adicionais. Algumas se distinguem por uma ênfase em aspectos específicos do sistema, como a facilidade de configuração, a quantidade de aplicativos, a segurança, a personalização e vários outros.
No site LWN você pode encontrar uma lista atualizada e dividida em categorias das distribuições de Linux, das mais conhecidas às mais obscuras. Já no LinuxISO você encontra links para download de imagens de CD da maior parte delas. O site DistroWath é uma boa fonte de consulta para descobrir as várias distribuições GNU/Linux disponíveis e sua posição no ranking (mais utilizadas) de mercado.
E já que são tantas as opções, como escolher uma? O primeiro passo é saber o que recomendam as pessoas a quem você pretende pedir ajuda na hora das dificuldades. Sejam os colegas, ou um grupo de usuários, ou até mesmo um website ou revista, tente descobrir o que eles usam - se a distribuição indicada satisfizer os seus requisitos, poder contar com o suporte deles pode ser interessante.
Em seguida, faça uma lista de perguntas sobre os diversos aspectos que podem ser do seu interesse na hora de selecionar uma distribuição. É claro que eles variam de acordo com seu objetivo: selecionar uma distribuição "para ver qual é a cara desse tal de Linux" no seu micro pessoal é bem diferente do que escolher onde rodar o banco de dados do CRM de uma empresa com 1000 funcionários. Algumas perguntas que você deve tentar responder com a ajuda dos websites das distribuições, das revistas especializadas, da comunidade Linux e (por que não?) com uma mãozinha do Google são:
* Esta distribuição é compatível com todo o meu hardware, infra-estrutura e demais aplicativos já em produção?
* Ela inclui os recursos e pacotes de software de que necessito?
* O processo de instalação e configuração está de acordo com minhas aptidões?
* Ela tem documentação e treinamento em um idioma que eu entendo?
* O suporte prestado (gratuito ou pago) atende minhas necessidades?
* Há uma comunidade de usuários da qual eu possa participar?
* Ela lança atualizações de segurança quando necessário?
* Ela continuará sendo atualizada?
* Ela é livre? É grátis? O preço é aceitável?
Sob um conjunto de critérios objetivos, todas as distribuições podem competir em pé de igualdade, e você pode selecionar a que pontuar melhor nos critérios que fizerem mais sentido para a sua situação específica. Procure as informações, conte os pontos e faça sua escolha!
O mesmo método pode ser aplicado para a seleção de outros softwares livres (Um SGBD, servidores dos mais diversos protocolos, ambientes, suítes de escritório, etc.), com adaptações simples e evidentes.
Então é errado eu preferir uma distribuição?
Claro que não, todos fazem suas escolhas. Nós mesmos temos nossa favorita, embora não ache que ela seja a melhor de todas. Conheço pessoas que tentam instalar todas as distribuições possíveis e não se fixam em nenhuma, e outras que são ferrenhas defensoras de alguma distribuição específica.
Mas na próxima vez que alguém lhe perguntar qual a melhor distribuição, pare para pensar: ao invés de simplesmente dizer que a sua preferida é a melhor, que tal ajudar a pessoa a fazer sua própria escolha? Ensinando a pescar, ao invés de simplesmente dar o peixe que estava mais à mão, talvez você preste um serviço de mais valor a quem perguntou - e ao Linux.
Agora descubra porque sugerimos o Ubuntu Linux
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O Ubuntu é um sistema operacional de código totalmente aberto, construído em volta do Kernel Linux. A comunidade do Ubuntu é construída em volta dos ideais descritos na Filosofia Ubuntu: que software deve ser disponibilizado gratuitamente, que ferramentas de software devam ser usáveis pelas pessoas em suas línguas locais e apesar de qualquer deficiência, e que as pessoas devem ter a liberdade de customizar e alterar o software de qualquer maneira que os atenda.
Por estas razões:
* O Ubuntu será sempre gratuito, e não há taxa adicional por uma "versão empresarial". Deixamos nosso melhor trabalho disponível para todos nesses mesmos termos Livres.
* O Ubuntu inclui as melhores traduções e infraestrutura de acessibilidade que a comunidade de software livre tem a oferecer, fazendo o Ubuntu utilizável pelo maior número de pessoas possível.
* Novas versões do Ubuntu são liberadas regularmente; uma nova versão é feita a cada seis meses. Você pode usar a versão estável ou de desenvolvimento. Cada versão é suportada por, no mínimo, 18 meses.
* O Ubuntu é totalmente comprometido com os princípios de desenvolvimento de software livre; nós encorajamos as pessoas a utilizarem, melhorarem e distribuírem software livre.
Veja aqui maiores detalhes sobre o Ubuntu GNU/Linux.
quinta-feira, 7 de abril de 2011
segunda-feira, 4 de abril de 2011
o que e software livre?
O que é software livre
por Augusto Campos
Este artigo responde a diversas dúvidas comuns de novos usuários, desenvolvedores interessados, ou alunos às voltas com trabalhos acadêmicos. Entre as questões, estão incluídas:
O que é software livre
O que é copyleft
Qual a diferença entre software livre e código aberto
Quais as obrigações de quem desenvolve ou distribui software livre
Quais as licenças de software livre mais comuns
Quais os exemplos de softwares livres populares
e muitas outras. Ao final há um guia de referências adicionais sobre o assunto. Veja também a FAQ BR-Linux – Lista de Perguntas Freqüentes.
O que é software livre
Software Livre, ou Free Software, conforme a definição de software livre criada pela Free Software Foundation, é o software que pode ser usado, copiado, estudado, modificado e redistribuído sem restrição. A forma usual de um software ser distribuído livremente é sendo acompanhado por uma licença de software livre (como a GPL ou a BSD), e com a disponibilização do seu código-fonte.
Software Livre é diferente de software em domínio público. O primeiro, quando utilizado em combinação com licenças típicas (como as licenças GPL e BSD), garante os direitos autorais do programador/organização. O segundo caso acontece quando o autor do software renuncia à propriedade do programa (e todos os direitos associados) e este se torna bem comum.
Richard Stallman
O Software Livre como movimento organizado teve início em 1983, quando Richard Stallman (foto acima) deu início ao Projeto GNU e, posteriormente, à Free Software Foundation.
Software Livre se refere à existência simultânea de quatro tipos de liberdade para os usuários do software, definidas pela Free Software Foundation. Veja abaixo uma explicação sobre as 4 liberdades, baseada no texto em português da Definição de Software Livre publicada pela FSF:
As 4 liberdades básicas associadas ao software livre são:
A liberdade de executar o programa, para qualquer propósito (liberdade nº 0)
A liberdade de estudar como o programa funciona, e adaptá-lo para as suas necessidades (liberdade nº 1). Acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade.
A liberdade de redistribuir cópias de modo que você possa ajudar ao seu próximo (liberdade nº 2).
A liberdade de aperfeiçoar o programa, e liberar os seus aperfeiçoamentos, de modo que toda a comunidade se beneficie (liberdade nº 3). Acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade.
Um programa é software livre se os usuários tem todas essas liberdades. Portanto, você deve ser livre para redistribuir cópias, seja com ou sem modificações, seja de graça ou cobrando uma taxa pela distribuição, para qualquer um em qualquer lugar. Ser livre para fazer essas coisas significa (entre outras coisas) que você não tem que pedir ou pagar pela permissão, uma vez que esteja de posse do programa.
Você deve também ter a liberdade de fazer modifcações e usá-las privativamente no seu trabalho ou lazer, sem nem mesmo mencionar que elas existem. Se você publicar as modificações, você não deve ser obrigado a avisar a ninguém em particular, ou de nenhum modo em especial.
A liberdade de utilizar um programa significa a liberdade para qualquer tipo de pessoa física ou jurídica utilizar o software em qualquer tipo de sistema computacional, para qualquer tipo de trabalho ou atividade, sem que seja necessário comunicar ao desenvolvedor ou a qualquer outra entidade em especial.
A liberdade de redistribuir cópias deve incluir formas binárias ou executáveis do programa, assim como o código-fonte, tanto para as versões originais quanto para as modificadas. De modo que a liberdade de fazer modificações, e de publicar versões aperfeiçoadas, tenha algum significado, deve-se ter acesso ao código-fonte do programa. Portanto, acesso ao código-fonte é uma condição necessária ao software livre.
Para que essas liberdades sejam reais, elas tem que ser irrevogáveis desde que você não faça nada errado; caso o desenvolvedor do software tenha o poder de revogar a licença, mesmo que você não tenha dado motivo, o software não é livre.
O que é copyleft?
Copyleft é uma extensão das 4 liberdades básicas, e ocorre na forma de uma obrigação. Segundo o site da Free Software Foundation, “O copyleft diz que qualquer um que distribui o software, com ou sem modificações, tem que passar adiante a liberdade de copiar e modificar novamente o programa. O copyleft garante que todos os usuários tem liberdade.” – ou seja: se você recebeu um software com uma licença livre que inclua cláusulas de copyleft, e se optar por redistribui-lo (modificado ou não), terá que mantê-lo com a mesma licença com que o recebeu.
Nem todas as licenças de software livre incluem a característica de copyleft. A licença GNU GPL (adotada pelo kernel Linux) é o maior exemplo de uma licença copyleft. Outras licenças livres, como a licença BSD ou a licença ASL (Apache Software License) não incluem a característica de copyleft.
Acima você vê o símbolo do copyleft, palavra que é um trocadilho com copyright, e cuja tradução aproximada seria “deixamos copiar”, ou “cópia permitida”.
Dúvidas e enganos comuns sobre software livre sob a licença GPL
Posso distribuir comercialmente ou cobrar por software livre, de minha autoria ou de terceiros?
Note que a definição de liberdade apresentada acima não faz nenhuma referência a custos ou preços. O fato de se cobrar ou não pela distribuição ou pela licença de uso do software não implica diretamente em ser o software livre ou não. Nada impede que um software livre obtido por você seja copiado e vendido, tenha ela sido modificado ou não por você. Ou seja, software livre não necessariamente precisa ser gratuito.
Portanto, você pode ter pago para receber cópias de um software livre, ou você pode ter obtido cópias sem nenhum custo. Mas independente de como você obteve a sua cópia, você sempre tem a liberdade de copiar e modificar o software, ou mesmo de vender cópias – ou distribui-las gratuitamente.
“Software Livre” não significa “não-comercial”. Um programa livre deve estar disponível para uso comercial, desenvolvimento comercial, e distribuição comercial. O desenvolvimento comercial de software livre não é incomum; tais softwares livres comerciais são muito importantes.
Se eu distribuo um software livre, tenho que fornecer cópias a qualquer interessado, ou mesmo disponibilizá-lo para download público?
A resposta curta seria “não”. Seria uma atitude em sintonia com a filosofia da liberdade de software se você o disponibilizasse para qualquer interessado, preferencialmente em um formato de fácil manipulação (exemplo: imagens ISO de CD-ROMs, pacotes tar.gz com os códigos-fonte ou outros formatos para código executável instalável), mas você não tem esta obrigação.
Entretanto, você tem que deixar o código-fonte à disposição de quem vier a receber o código-executável (caso você não os distribua em conjunto, que é a forma mais apropriada), nos termos da licença. E, naturalmente, tem que respeitar todos os demais termos da licença livre adotada.
Se eu uso um software livre, tenho que disponibilizar meus próprios softwares para o público?
Não. Mesmo se você fizer alterações em um software GPL e guardá-las para seu próprio uso, você não estará infringindo a licença. A obrigação básica da GPL, no que diz respeito a disponibilização de software, é que se você for disponibilizar para terceiros algum software obtido sob os termos da GPL (modificado por você ou não), esta disponibilização deve ocorrer sob os termos da GPL.
Assim, é perfeitamente legal e normal um mesmo desenvolvedor disponibilizar alguns softwares com licenças livres e outros com licenças proprietárias, ter softwares livres e não-livres instalados no mesmo computador, usar softwares livres (como o compilador GCC) como ferramentas de desenvolvimento de softwares proprietários, ou incluir softwares livres e não-livres no mesmo CD-ROM, para citar alguns exemplos.
Outras dúvidas comuns
Veja a resposta a muitas dúvidas freqüentes de desenvolvedores, distribuidores e usuários de Software Livre na GPL FAQ (em português).
Software livre X Código aberto
Em 1998, um grupo de personalidades da comunidade e do mercado que gravita em torno do software livre, insatisfeitos com a postura filosófica do movimento existente e acreditando que a condenação do uso de software proprietário é um instrumento que retarda, ao invés de acelerar, a adoção e o apoio ao software livre no ambiente corporativo, criou a Open Source Initiative, que adota o termo Open Source (Código Aberto) para se referir aos softwares livres, e tem uma postura voltada ao pragmatismo visando à adoção do software de código aberto como uma solução viável, com menos viés ideológico que a Free Software Foundation.
Ao contrário do que muitos pensam, Código Aberto não quer dizer simplesmente ter acesso ao código-fonte dos softwares (e não necessariamente acompanhado das “4 liberdades” do software livre). Para uma licença ou software ser considerado como Código Aberto pela Open Source Initiative, eles devem atender aos 10 critérios da Definição de Código Aberto, que incluem itens como Livre Redistribuição, Permissão de Trabalhos Derivados, Não Discriminação, Distribuição da Licença e outros.
De modo geral, as licenças que atendem à já mencionada Definição de Software Livre (da Free Software Foundation) também atendem à Definição de Código Aberto (da Open Source Initiative), e assim pode-se dizer (na ampla maioria dos casos, ao menos) que se um determinado software é livre, ele também é de código aberto, e vice-versa. A diferença prática entre as duas entidades está em seus objetivos, filosofia e modo de agir, e não nos softwares ou licenças.
Segundo a Free Software Foundation, em sua página sobre o assunto:
O movimento Free Software e o movimento Open Source são como dois campos políticos dentro da comunidade de software livre.
Grupos radicais na década de 1960 desenvolveram uma reputação de facções: organizações que se dividem devido a discordâncias em detalhes das estratégias, e aí se tratavam mutuamente como inimigas. Ou ao menos esta é a imagem que as pessoas têm delas, seja ou não verdadeira.
O relacionamento entre o movimento Free Software e o movimento Open Source é justamente o oposto deste. Nós discordamos nos princípios básicos, mas concordamos (mais ou menos) nas recomendações práticas. Assim nós podemos e de fato trabalhamos juntos em diversos projetos específicos. Nós não vemos o movimento Open Source como um inimigo. O inimigo é o software proprietário.
A Wikipédia traz mais detalhes:
Muitos que preferem o termo software livre e se consideram parte do movimento não acham que software proprietário seja estritamente imoral. Eles argumentam, no entanto, que liberdade é valiosa (tanto social quanto pragmaticalmente) como uma propriedade do software em seu próprio direito, separado da qualidade técnica num sentido limitado. Mais, eles podem usar o termo “software livre” para se distanciarem das alegações que software de “código aberto” é sempre tecnicamente superior a software proprietário (o que é quase sempre demonstravelmente falso, ao menos em um curto período). Nesse sentido, eles alegam que os defensores de “código aberto”, por se concentrarem exclusivamente nos méritos técnicos, encorajam os usuários a sacrificarem suas liberdades (e os benefícios que essas trazem em um longo período) por conveniências imediatistas que o software proprietário pode oferecer.
Os defensores do Código Aberto argumentam a respeito das virtudes pragmáticas do software livre (também conhecido como “Open source” em inglês) ao invés das questões morais. A discordância básica do Movimento Open Source com a Free Software Foundation é a condenação que essa faz do software proprietário. Existem muitos programadores que usam e contribuem software livre, mas que ganham dinheiro desenvolvendo software proprietário, e não consideram suas ações imorais. As definições “oficiais” de software livre e de código aberto são ligeiramente diferentes, com a definição de software livre sendo geralmente considerada mais rigorosa, mas as licenças de código aberto que não são consideradas licenças de software livre são geralmente obscuras, então na prática todo software de código aberto é também software livre.
O movimento software livre, não toma uma posição sobre trabalhos que não sejam software e documentação dos mesmos, mas alguns defensores do software livre acreditam que outros trabalhos que servem um propósito prático também devem ser livres (veja Free content).
Para o Movimento do Software Livre, que é um Movimento Social, não é ético aprisionar conhecimento científico, que deve estar disponível sempre, para permitir assim a evolução da humanidade. Já o Movimento pelo Código Aberto, que não é um Movimento Social, mas voltado ao Mercado, prega que o Software desse tipo traz diversas vantagens técnicas e econômicas. Este segundo movimento surgiu para levar as empresas a adotarem o modelo de desenvolvimento de Software Livre.
Licenças de software livre
Existem muitas licenças de software livre, e nada impede (embora isto não seja recomendado) que cada interessado crie sua própria licença atendendo às 4 liberdades básicas, agregando – ou não – uma cláusula de copyleft.
A Free Software Foundation mantém uma página com uma lista de licenças conhecidas, classificando-as entre livres (compatíveis ou não com a GPL) e não-livres, incluindo comentários sobre elas.
Algumas das licenças livres mais populares são:
GPL ou GNU General Public License (veja também a GPL em português e a CC GPL no site do Governo Brasileiro)
Licença BSD
MPL ou Mozilla Public License
Apache License
Exemplos de softwares livres
Alguns softwares livres notáveis são o Linux, o ambiente gráfico KDE, o compilador GCC, o servidor web Apache, o OpenOffice.org e o navegador web Firefox, entre muitos outros.
Definições
Nas referências empregadas no BR-Linux, assume-se que a expressão “Software Livre” (ou “Free Software”) será empregada conforme a definição da Free Software Foundation, e que a expressão “Código Aberto” (ou “Open Source”) será empregada conforme definido pela Open Source Initiative. Softwares serão considerados como livres quando estiverem sob uma licença que se qualifique como software livre pela definição acima, e serão considerados como abertos quando estiverem sob uma licença que se qualifique como código aberto pela definição acima, levando em
por Augusto Campos
Este artigo responde a diversas dúvidas comuns de novos usuários, desenvolvedores interessados, ou alunos às voltas com trabalhos acadêmicos. Entre as questões, estão incluídas:
O que é software livre
O que é copyleft
Qual a diferença entre software livre e código aberto
Quais as obrigações de quem desenvolve ou distribui software livre
Quais as licenças de software livre mais comuns
Quais os exemplos de softwares livres populares
e muitas outras. Ao final há um guia de referências adicionais sobre o assunto. Veja também a FAQ BR-Linux – Lista de Perguntas Freqüentes.
O que é software livre
Software Livre, ou Free Software, conforme a definição de software livre criada pela Free Software Foundation, é o software que pode ser usado, copiado, estudado, modificado e redistribuído sem restrição. A forma usual de um software ser distribuído livremente é sendo acompanhado por uma licença de software livre (como a GPL ou a BSD), e com a disponibilização do seu código-fonte.
Software Livre é diferente de software em domínio público. O primeiro, quando utilizado em combinação com licenças típicas (como as licenças GPL e BSD), garante os direitos autorais do programador/organização. O segundo caso acontece quando o autor do software renuncia à propriedade do programa (e todos os direitos associados) e este se torna bem comum.
Richard Stallman
O Software Livre como movimento organizado teve início em 1983, quando Richard Stallman (foto acima) deu início ao Projeto GNU e, posteriormente, à Free Software Foundation.
Software Livre se refere à existência simultânea de quatro tipos de liberdade para os usuários do software, definidas pela Free Software Foundation. Veja abaixo uma explicação sobre as 4 liberdades, baseada no texto em português da Definição de Software Livre publicada pela FSF:
As 4 liberdades básicas associadas ao software livre são:
A liberdade de executar o programa, para qualquer propósito (liberdade nº 0)
A liberdade de estudar como o programa funciona, e adaptá-lo para as suas necessidades (liberdade nº 1). Acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade.
A liberdade de redistribuir cópias de modo que você possa ajudar ao seu próximo (liberdade nº 2).
A liberdade de aperfeiçoar o programa, e liberar os seus aperfeiçoamentos, de modo que toda a comunidade se beneficie (liberdade nº 3). Acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade.
Um programa é software livre se os usuários tem todas essas liberdades. Portanto, você deve ser livre para redistribuir cópias, seja com ou sem modificações, seja de graça ou cobrando uma taxa pela distribuição, para qualquer um em qualquer lugar. Ser livre para fazer essas coisas significa (entre outras coisas) que você não tem que pedir ou pagar pela permissão, uma vez que esteja de posse do programa.
Você deve também ter a liberdade de fazer modifcações e usá-las privativamente no seu trabalho ou lazer, sem nem mesmo mencionar que elas existem. Se você publicar as modificações, você não deve ser obrigado a avisar a ninguém em particular, ou de nenhum modo em especial.
A liberdade de utilizar um programa significa a liberdade para qualquer tipo de pessoa física ou jurídica utilizar o software em qualquer tipo de sistema computacional, para qualquer tipo de trabalho ou atividade, sem que seja necessário comunicar ao desenvolvedor ou a qualquer outra entidade em especial.
A liberdade de redistribuir cópias deve incluir formas binárias ou executáveis do programa, assim como o código-fonte, tanto para as versões originais quanto para as modificadas. De modo que a liberdade de fazer modificações, e de publicar versões aperfeiçoadas, tenha algum significado, deve-se ter acesso ao código-fonte do programa. Portanto, acesso ao código-fonte é uma condição necessária ao software livre.
Para que essas liberdades sejam reais, elas tem que ser irrevogáveis desde que você não faça nada errado; caso o desenvolvedor do software tenha o poder de revogar a licença, mesmo que você não tenha dado motivo, o software não é livre.
O que é copyleft?
Copyleft é uma extensão das 4 liberdades básicas, e ocorre na forma de uma obrigação. Segundo o site da Free Software Foundation, “O copyleft diz que qualquer um que distribui o software, com ou sem modificações, tem que passar adiante a liberdade de copiar e modificar novamente o programa. O copyleft garante que todos os usuários tem liberdade.” – ou seja: se você recebeu um software com uma licença livre que inclua cláusulas de copyleft, e se optar por redistribui-lo (modificado ou não), terá que mantê-lo com a mesma licença com que o recebeu.
Nem todas as licenças de software livre incluem a característica de copyleft. A licença GNU GPL (adotada pelo kernel Linux) é o maior exemplo de uma licença copyleft. Outras licenças livres, como a licença BSD ou a licença ASL (Apache Software License) não incluem a característica de copyleft.
Acima você vê o símbolo do copyleft, palavra que é um trocadilho com copyright, e cuja tradução aproximada seria “deixamos copiar”, ou “cópia permitida”.
Dúvidas e enganos comuns sobre software livre sob a licença GPL
Posso distribuir comercialmente ou cobrar por software livre, de minha autoria ou de terceiros?
Note que a definição de liberdade apresentada acima não faz nenhuma referência a custos ou preços. O fato de se cobrar ou não pela distribuição ou pela licença de uso do software não implica diretamente em ser o software livre ou não. Nada impede que um software livre obtido por você seja copiado e vendido, tenha ela sido modificado ou não por você. Ou seja, software livre não necessariamente precisa ser gratuito.
Portanto, você pode ter pago para receber cópias de um software livre, ou você pode ter obtido cópias sem nenhum custo. Mas independente de como você obteve a sua cópia, você sempre tem a liberdade de copiar e modificar o software, ou mesmo de vender cópias – ou distribui-las gratuitamente.
“Software Livre” não significa “não-comercial”. Um programa livre deve estar disponível para uso comercial, desenvolvimento comercial, e distribuição comercial. O desenvolvimento comercial de software livre não é incomum; tais softwares livres comerciais são muito importantes.
Se eu distribuo um software livre, tenho que fornecer cópias a qualquer interessado, ou mesmo disponibilizá-lo para download público?
A resposta curta seria “não”. Seria uma atitude em sintonia com a filosofia da liberdade de software se você o disponibilizasse para qualquer interessado, preferencialmente em um formato de fácil manipulação (exemplo: imagens ISO de CD-ROMs, pacotes tar.gz com os códigos-fonte ou outros formatos para código executável instalável), mas você não tem esta obrigação.
Entretanto, você tem que deixar o código-fonte à disposição de quem vier a receber o código-executável (caso você não os distribua em conjunto, que é a forma mais apropriada), nos termos da licença. E, naturalmente, tem que respeitar todos os demais termos da licença livre adotada.
Se eu uso um software livre, tenho que disponibilizar meus próprios softwares para o público?
Não. Mesmo se você fizer alterações em um software GPL e guardá-las para seu próprio uso, você não estará infringindo a licença. A obrigação básica da GPL, no que diz respeito a disponibilização de software, é que se você for disponibilizar para terceiros algum software obtido sob os termos da GPL (modificado por você ou não), esta disponibilização deve ocorrer sob os termos da GPL.
Assim, é perfeitamente legal e normal um mesmo desenvolvedor disponibilizar alguns softwares com licenças livres e outros com licenças proprietárias, ter softwares livres e não-livres instalados no mesmo computador, usar softwares livres (como o compilador GCC) como ferramentas de desenvolvimento de softwares proprietários, ou incluir softwares livres e não-livres no mesmo CD-ROM, para citar alguns exemplos.
Outras dúvidas comuns
Veja a resposta a muitas dúvidas freqüentes de desenvolvedores, distribuidores e usuários de Software Livre na GPL FAQ (em português).
Software livre X Código aberto
Em 1998, um grupo de personalidades da comunidade e do mercado que gravita em torno do software livre, insatisfeitos com a postura filosófica do movimento existente e acreditando que a condenação do uso de software proprietário é um instrumento que retarda, ao invés de acelerar, a adoção e o apoio ao software livre no ambiente corporativo, criou a Open Source Initiative, que adota o termo Open Source (Código Aberto) para se referir aos softwares livres, e tem uma postura voltada ao pragmatismo visando à adoção do software de código aberto como uma solução viável, com menos viés ideológico que a Free Software Foundation.
Ao contrário do que muitos pensam, Código Aberto não quer dizer simplesmente ter acesso ao código-fonte dos softwares (e não necessariamente acompanhado das “4 liberdades” do software livre). Para uma licença ou software ser considerado como Código Aberto pela Open Source Initiative, eles devem atender aos 10 critérios da Definição de Código Aberto, que incluem itens como Livre Redistribuição, Permissão de Trabalhos Derivados, Não Discriminação, Distribuição da Licença e outros.
De modo geral, as licenças que atendem à já mencionada Definição de Software Livre (da Free Software Foundation) também atendem à Definição de Código Aberto (da Open Source Initiative), e assim pode-se dizer (na ampla maioria dos casos, ao menos) que se um determinado software é livre, ele também é de código aberto, e vice-versa. A diferença prática entre as duas entidades está em seus objetivos, filosofia e modo de agir, e não nos softwares ou licenças.
Segundo a Free Software Foundation, em sua página sobre o assunto:
O movimento Free Software e o movimento Open Source são como dois campos políticos dentro da comunidade de software livre.
Grupos radicais na década de 1960 desenvolveram uma reputação de facções: organizações que se dividem devido a discordâncias em detalhes das estratégias, e aí se tratavam mutuamente como inimigas. Ou ao menos esta é a imagem que as pessoas têm delas, seja ou não verdadeira.
O relacionamento entre o movimento Free Software e o movimento Open Source é justamente o oposto deste. Nós discordamos nos princípios básicos, mas concordamos (mais ou menos) nas recomendações práticas. Assim nós podemos e de fato trabalhamos juntos em diversos projetos específicos. Nós não vemos o movimento Open Source como um inimigo. O inimigo é o software proprietário.
A Wikipédia traz mais detalhes:
Muitos que preferem o termo software livre e se consideram parte do movimento não acham que software proprietário seja estritamente imoral. Eles argumentam, no entanto, que liberdade é valiosa (tanto social quanto pragmaticalmente) como uma propriedade do software em seu próprio direito, separado da qualidade técnica num sentido limitado. Mais, eles podem usar o termo “software livre” para se distanciarem das alegações que software de “código aberto” é sempre tecnicamente superior a software proprietário (o que é quase sempre demonstravelmente falso, ao menos em um curto período). Nesse sentido, eles alegam que os defensores de “código aberto”, por se concentrarem exclusivamente nos méritos técnicos, encorajam os usuários a sacrificarem suas liberdades (e os benefícios que essas trazem em um longo período) por conveniências imediatistas que o software proprietário pode oferecer.
Os defensores do Código Aberto argumentam a respeito das virtudes pragmáticas do software livre (também conhecido como “Open source” em inglês) ao invés das questões morais. A discordância básica do Movimento Open Source com a Free Software Foundation é a condenação que essa faz do software proprietário. Existem muitos programadores que usam e contribuem software livre, mas que ganham dinheiro desenvolvendo software proprietário, e não consideram suas ações imorais. As definições “oficiais” de software livre e de código aberto são ligeiramente diferentes, com a definição de software livre sendo geralmente considerada mais rigorosa, mas as licenças de código aberto que não são consideradas licenças de software livre são geralmente obscuras, então na prática todo software de código aberto é também software livre.
O movimento software livre, não toma uma posição sobre trabalhos que não sejam software e documentação dos mesmos, mas alguns defensores do software livre acreditam que outros trabalhos que servem um propósito prático também devem ser livres (veja Free content).
Para o Movimento do Software Livre, que é um Movimento Social, não é ético aprisionar conhecimento científico, que deve estar disponível sempre, para permitir assim a evolução da humanidade. Já o Movimento pelo Código Aberto, que não é um Movimento Social, mas voltado ao Mercado, prega que o Software desse tipo traz diversas vantagens técnicas e econômicas. Este segundo movimento surgiu para levar as empresas a adotarem o modelo de desenvolvimento de Software Livre.
Licenças de software livre
Existem muitas licenças de software livre, e nada impede (embora isto não seja recomendado) que cada interessado crie sua própria licença atendendo às 4 liberdades básicas, agregando – ou não – uma cláusula de copyleft.
A Free Software Foundation mantém uma página com uma lista de licenças conhecidas, classificando-as entre livres (compatíveis ou não com a GPL) e não-livres, incluindo comentários sobre elas.
Algumas das licenças livres mais populares são:
GPL ou GNU General Public License (veja também a GPL em português e a CC GPL no site do Governo Brasileiro)
Licença BSD
MPL ou Mozilla Public License
Apache License
Exemplos de softwares livres
Alguns softwares livres notáveis são o Linux, o ambiente gráfico KDE, o compilador GCC, o servidor web Apache, o OpenOffice.org e o navegador web Firefox, entre muitos outros.
Definições
Nas referências empregadas no BR-Linux, assume-se que a expressão “Software Livre” (ou “Free Software”) será empregada conforme a definição da Free Software Foundation, e que a expressão “Código Aberto” (ou “Open Source”) será empregada conforme definido pela Open Source Initiative. Softwares serão considerados como livres quando estiverem sob uma licença que se qualifique como software livre pela definição acima, e serão considerados como abertos quando estiverem sob uma licença que se qualifique como código aberto pela definição acima, levando em
Aprendiz Linux: O que é SOFTLIVRE
Um [[software]] é considerado como livre quando atende aos quatro tipos de liberdade para os usuários do software definidas pela [[Free Software Foundation]]:
* A liberdade para executar o programa, para qualquer propósito (liberdade nº 0);
* A liberdade de estudar como o programa funciona, e adaptá-lo para as suas necessidades (liberdade nº 1). Acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade;
* A liberdade de redistribuir cópias de modo que você possa ajudar ao seu próximo (liberdade nº 2);
* A liberdade de aperfeiçoar o programa, e liberar os seus aperfeiçoamentos, de modo que toda a comunidade se beneficie (liberdade nº 3). Acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade;
A liberdade de executar o programa significa a liberdade para qualquer tipo de pessoa física ou jurídica utilizar o [[software]] em qualquer tipo de [[sistema computacional]], para qualquer tipo de trabalho ou atividade, sem que seja necessário atender a alguma restrição imposta pelo fornecedor.
A liberdade de redistribuir deve incluir a possibilidade de se repassar os códigos-fonte bem como, quando possível, os arquivos binários gerados da compilação desses códigos, seja em sua versão original ou modificada. Não é necessária a autorização do autor ou do distribuidor do software para que ele possa ser redistribuido, já que as licenças de software livre assim o permitem.
* A liberdade para executar o programa, para qualquer propósito (liberdade nº 0);
* A liberdade de estudar como o programa funciona, e adaptá-lo para as suas necessidades (liberdade nº 1). Acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade;
* A liberdade de redistribuir cópias de modo que você possa ajudar ao seu próximo (liberdade nº 2);
* A liberdade de aperfeiçoar o programa, e liberar os seus aperfeiçoamentos, de modo que toda a comunidade se beneficie (liberdade nº 3). Acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade;
A liberdade de executar o programa significa a liberdade para qualquer tipo de pessoa física ou jurídica utilizar o [[software]] em qualquer tipo de [[sistema computacional]], para qualquer tipo de trabalho ou atividade, sem que seja necessário atender a alguma restrição imposta pelo fornecedor.
Software Livre - Animação em massinha from kretcheu on Vimeo.
A liberdade de redistribuir deve incluir a possibilidade de se repassar os códigos-fonte bem como, quando possível, os arquivos binários gerados da compilação desses códigos, seja em sua versão original ou modificada. Não é necessária a autorização do autor ou do distribuidor do software para que ele possa ser redistribuido, já que as licenças de software livre assim o permitem.
Aprendiz Linux: O que é SOFTLIVRE
Um [[software]] é considerado como livre quando atende aos quatro tipos de liberdade para os usuários do software definidas pela [[Free Software Foundation]]:
* A liberdade para executar o programa, para qualquer propósito (liberdade nº 0);
* A liberdade de estudar como o programa funciona, e adaptá-lo para as suas necessidades (liberdade nº 1). Acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade;
* A liberdade de redistribuir cópias de modo que você possa ajudar ao seu próximo (liberdade nº 2);
* A liberdade de aperfeiçoar o programa, e liberar os seus aperfeiçoamentos, de modo que toda a comunidade se beneficie (liberdade nº 3). Acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade;
A liberdade de executar o programa significa a liberdade para qualquer tipo de pessoa física ou jurídica utilizar o [[software]] em qualquer tipo de [[sistema computacional]], para qualquer tipo de trabalho ou atividade, sem que seja necessário atender a alguma restrição imposta pelo fornecedor.
A liberdade de redistribuir deve incluir a possibilidade de se repassar os códigos-fonte bem como, quando possível, os arquivos binários gerados da compilação desses códigos, seja em sua versão original ou modificada. Não é necessária a autorização do autor ou do distribuidor do software para que ele possa ser redistribuido, já que as licenças de software livre assim o permitem.
* A liberdade para executar o programa, para qualquer propósito (liberdade nº 0);
* A liberdade de estudar como o programa funciona, e adaptá-lo para as suas necessidades (liberdade nº 1). Acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade;
* A liberdade de redistribuir cópias de modo que você possa ajudar ao seu próximo (liberdade nº 2);
* A liberdade de aperfeiçoar o programa, e liberar os seus aperfeiçoamentos, de modo que toda a comunidade se beneficie (liberdade nº 3). Acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade;
A liberdade de executar o programa significa a liberdade para qualquer tipo de pessoa física ou jurídica utilizar o [[software]] em qualquer tipo de [[sistema computacional]], para qualquer tipo de trabalho ou atividade, sem que seja necessário atender a alguma restrição imposta pelo fornecedor.
Software Livre - Animação em massinha from kretcheu on Vimeo.
A liberdade de redistribuir deve incluir a possibilidade de se repassar os códigos-fonte bem como, quando possível, os arquivos binários gerados da compilação desses códigos, seja em sua versão original ou modificada. Não é necessária a autorização do autor ou do distribuidor do software para que ele possa ser redistribuido, já que as licenças de software livre assim o permitem.
sábado, 5 de março de 2011
Como Formatar um PC em 10 Passos
Esse tutorial serve a quem precisa formatar seu computador em ambiente Windows XP. Possui um guia de acesso rápido, para usuários experientes, e um guia comentado, para usuários iniciantes. Trata tanto de aspectos técnicos quanto de dicas para evitar alguns problemas recorrentes da formatação.
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Publicado em: 23/03/08 10:28hs.
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Formatar, Particionar e Instalar o Windows XP
Este tutorial tem por objetivo ensinar de maneira detalhada como formatar e particionar um HD e como instalar o Windows. É indicado para usuários iniciantes e intermediários que desejem ter uma noção ampla do assunto aliada à prática usando o Windows XP.
O tutorial está dividido em duas partes:
I – Guia Rápido: para usuários experientes.
No guia rápido o usuário encontrará uma sistematização em dez passos para auxiliá-lo na formatação de um computador.
II – Guia Comentado: para usuários básicos e intermediários.
Nesse nível o usuário terá acesso a conceitos básicos e a um guia comentado, que explica detalhadamente cada um dos dez passos da formatação.
I. Guia Rápido:
1 – Reavaliar a necessidade de formatá-lo
2 – Salvar arquivos e informações desejados em um lugar que não vai ser formatado
- salvar de cada usuário:
a) Desktops
b) Meus Documentos
c) Favoritos
- salvar do computador:
a) Drivers
b) Arquivos do Office: Outlook, Acces, Word, Excel etc.
c) Programas e arquivos de programas importantes
d) Outros arquivos ou informações importantes
3 – Formatar e particionar a unidade do sistema
4 – Instalar o Windows XP
5 – Instalar os drivers
- placa mãe
- placa de vídeo
- modem/ placa de rede
- periféricos:
a) mouse, teclado e monitor
b) impressora
c) scanner
d) webcam
e) gravadoras e leitoras de CD e de DVD
f) outros periféricos
- outros drivers
6 – Habilitar a Internet
7 – Instalar programas básicos da Internet
- flash
- adobe reader
- winrar
- outros programas
8 – Instalar o Office
9 – Instalar outros programas e seus arquivos salvos
10 – Testar todos os recursos e realizar ajustes finais
II. Guia Comentado:
· Conceitos:
- Formatar:
Formatar um HD significa – simplificadamete – apagar suas informações. Sabe-se, porém, que certas informações são intrínsecas ao HD e são gravadas fisicamente de modo que é pouco viável alterá-las. Sabe-se ainda que, ao formatar um HD, prepara-se ele para receber informações específicas, sejam arquivos de um determinado rol de tipos, ou seja, um sistema operacional (Windows, Linux etc.). Antes de instalar qualquer sistema operacional (Windows, Linux etc.) o HD deve ser formatado, o que normalmente já é feito em seu processo de fabricação.
Quando se fala em PC (Personal Computer), formatar um HD geralmente é usado para corrigir um erro de difícil reparação e/ou otimizar o sistema. Fazer que um programa ou até mesmo o próprio sistema operacional funcione e tornar um computador mais rápido são problemas que podem ser solucionados com a formatação.
Algumas pessoas usam o termo “formatar” para o ato de reinstalar todo o sistema de um computador (formatar o HD, instalar ou reinstalar o sistema operacional, configurar o computador etc.). Mas este tutorial trata apenas do conceito estrito da palavra. Para mais informações sobre algumas dessas tarefas consulte outros tutoriais.
- Particionar:
Particionar significa dividir, em uma ou mais partes, o HD. É importante notar que, só pelo fato de usar um sistema operacional, o HD já obrigatoriamente estará particionado, mesmo que só em uma parte.
Podemos dividir o HD em mais de uma parte por diversos motivos, entre outros: para organizar o computador em “sistema” e “arquivos comuns”; para instalar mais de um sistema operacional; para uso de backup (cópia de segurança); para algumas tarefas de multiusuários; para simples critério de organização e para otimizar a gravação de um CD.
· Passos:
1 – Reavaliar a necessidade de formatá-lo
Formatar um computador demanda entre outras coisas tempo e trabalho. Não importa o quão experiente seja o usuário, com maior ou menor freqüência, haverá problemas ao formatar um PC. É prudente tentar analisar e resolver cada problema que motiva a formatação. Portanto, só é recomendado formatar um computador quando houver problemas sérios sem solução aparente ou quando se prever mais tempo e trabalho para solucioná-los do que para formatar o HD.
2 – Salvar arquivos e informações desejados em um lugar que não vai ser formatado
Planos minimizam erros. Para planejar-se a formatação é preciso adequar os passos a cada caso específico e organizar as informações. Por exemplo, é interessante anotar cada arquivo que se deseje salvar bem como onde encontrar determinados drivers e informações. Com um plano bem feito em mãos otimiza-se o tempo e customiza-se o trabalho.
Recomenda-se que se crie uma pasta chamada BACKUP onde tudo será salvo. Depois basta ir realizando o backup na ordem do guia. Quando chegar na parte de programas e arquivos, é interessante salvar pastas inteiras e indicar de alguma maneira a localização da pasta salva (colocando no nome a localização da pasta para depois copiá-la de volta – ex: c - documents and settings).
È necessário ter bastante atenção para que não se esqueça nada, pois os erros mais graves e mais freqüentes ocorrem nessa etapa. É preciso ainda saber que o guia não passa de uma regra, que pode ter exceções, ou seja, é necessário atentar para outros arquivos que não se encaixem na lista do guia, mas que precisam ser salvos. Ciente disso, basta:
2.1: Salvar de cada usuário:
Vale a pena para essa etapa, criar uma pasta para cada usuário no local de backup e ir copiando cada parte importante para cada usuário.
a) Desktops:
Basta, normalmente, ir à pasta Documents and Settings, geralmente em C:\ e copiar a pasta Desktop de cada usuário e salvar no local de backup organizadamente para posterior recuperação.
b) Meus Documentos
Basta, normalmente, ir à pasta Documents and Settings, geralmente em C:\ e copiar a pasta Meus Documentos ou copiar a pasta onde o usuário guarda seus documentos.
c) Favoritos
Basta, normalmente, ir à pasta Documents and Settings, geralmente em C:\ e copiar o arquivo Favoritos de cada usuário.
2.2: Salvar do computador:
a) Drivers
O ideal é que se tenham todos os CDs de drivers que vêm quando se compra um computador ou que se tenha uma pasta em algum lugar que não será formatado ou CD com todos os drivers usados no PC.
Quando não houver nenhuma das alternativas anteriores, resta apelar para alguns programas que identificam, salvam e posteriormente restauram os drivers do computador. Ex: My Drivers, Driver Genius etc. Geralmente basta pedir para ele encontrar os drivers e salvar em um lugar que não será formatado e depois de instalado o Sistema Operacional, basta recuperá-los pelo programa.
Em último caso, quando o sistema operacional estiver indisponível, vale lembrar que pelo modelo e marca dos equipamentos é possível encontrar os drivers. Outra maneira é olhar diretamente nas placas o FCC ID (um conjunto de números e letras com 17 caracteres) que as identificam e permite que se encontre os drivers. Com esse FCC ID é possível achar a placa na Internet.
b) Arquivos do Office: Outlook, Acces, Word, Excel etc.
Basta, normalmente, ir ao programa Microsoft Outlook, em arquivo, Gerenciamento do Arquivo de Dados, Abrir Pasta, Copiar o arquivo “Outlook” para uma pasta e posteriormente recuperá-lo da mesma maneira, mas clicando em adicionar depois de Gerenciamento do Arquivo de Dados.
Para o Outlook Express, basta, normalmente copiar todos os arquivos com extensão “.dbx”, que geralmente se localizam em:
C:\Documents and Settings \ USUÁRIO \Configurações locais\Dados de aplicativos\Identities\{64CE3BD6-628E-478B-8797-54426A042E92}\Microsoft\Outlook Express
c) Programas e arquivos de programas importantes:
É necessário criar uma lista de cada programa instalado no computador, quais arquivos se deseja salvar desses programas e onde encontrar o executável para reinstalação posterior do programa.
Uma tabela simples seria bem útil, por exemplo:
Programa
Local de Instalação
Arquivos a Salvar
MSN Messenger
Internet
Conversas
Joguinho
CD de Instalação
Jogos Salvos
Programa de Receitas
Executável na pasta meus downloads
Arquivo receitas.xyz na pasta C:\cozinhebem\
Essa etapa é bem relativa, às vezes são necessários testes e soluções diferentes para salvar arquivos particulares de programas específicos. Jogos por exemplo, salvam os jogos salvos em uma extensão e nome particular, que o usuário deverá descobrir se desejar salvá-lo. Uma técnica interessante é salvar um novo arquivo e mandar fazer uma busca de todos os arquivos da pasta do programa e organizar por “modificado em”, assim, os que forem mais recém modificados têm mais chance de serem do tipo dos arquivos que se precisa salvar.
d) Outros arquivos ou informações importantes
Aqui é posto à prova realmente o feeling do operador, que deve observar atentamente os arquivos e informações importantes que restaram, mas que devem ser salvos. Normalmente não há muita coisa a se salvar além das já citadas.
3 – Formatar e particionar a unidade do sistema
Para essa etapa, será dada uma noção geral sobre formatação e particionamento e depois será indicada uma das formas mais simples para formatar a unidade do sistema. Cabe lembrar que existem muitas outras maneiras de fazer isso, embora essa seja a que demande menos tempo, equipamento e conhecimento específico.
3.1: Noção Geral
a) Saiba como o HD está particionado.
Para analisar os discos rígidos basta ir em Meu Computador e clicar com o botão direito nos discos locais e depois em Propriedades.
Normalmente o HD possui uma só partição. Nesse caso há duas opções: a primeira é copiar os arquivos que se deseja salvar em um outro dispositivo (outro HD, um conjunto de CDs, um DVD etc.); a segunda é dividir O HD em dois (particioná-lo) e copiar os arquivos para ele. No segundo caso recomenda-se programas como o Partition Magic, que divide o HD mantendo a integridade dos arquivos.
No caso de o HD possuir mais de uma partição, geralmente uma delas é usada para o sistema – arquivos do Windows e dos programas instalados – e a outra é usada para armazenar arquivos pessoais que no caso da necessidade de formatação não venham a ser perdidos. Isso é muito desejável e facilita bem a formatação, sendo apenas necessário, formatar-se a partição do sistema.
Existe ainda o caso de mais de um HD. Para isso, pode-se ter infinitas combinações, onde cada HD pode ter quantas partições for conveniente e, de forma geral, em uma delas localiza-se o sistema.
b) Monte um esquema de partições.
Para montar um esquema de como será dividido o seu ou os seus HDs basta:
I - Definir quantas divisões serão necessárias
- Ex 1: duas partições; uma para o sistema e outra para os arquivos pessoais.
- Ex 2: três partições; uma para o Windows, outra para o Linux e outra para os arquivos pessoais.
- Ex 3: em um HD duas partições, uma para o Windows, outra para o Linux; em outro HD uma partição com meus arquivos pessoais;
II - Definir o tamanho de cada partição
Normalmente um sistema como o Windows XP só necessita de 4Gb com folga. Entretanto, quando se pretende instalar na mesma unidade em que o sistema diversos outros programas como jogos, editores gráficos e outros, esse valor aumenta, não sendo necessário, normalmente, mais que 10Gb.
- Ex 1: 2 partições; uma para o sistema, com 3Gb, e outra para os arquivos pessoais, com 7Gb.
- Ex 2: 3 partições; uma para o Windows, com 5 Gb, e outra com 5Gb para os arquivos pessoais;
- Ex 3: em um HD duas partições; uma para o Windows, com 5Gb, outra para o Linux, com 5Gb; em outro HD duas partições, uma com “meus arquivos”, com 35Gb e outro com “arquivos da minha irmã”, com 5Gb.
3.2: Passos para formatar a unidade do sistema.
a) Confira se as etapas anteriores foram concluídas.
Após a etapa três não haverá volta para arquivos excluídos. Portanto é de grande valia uma breve revisão nas etapas anteriores.
b) Reinicie o Computador e tecle DEL para entrar no SETUP.
c) Altere a prioridade de boot para o CD.
Isso significa fazer com que o computador inicie-se a partir do CD, e não do HD. Para isso, cada placa mãe tem uma maneira diferente que é indicada no manual. Contudo, sempre é necessário listar, na ordem, as unidades em que serão buscados os arquivos de inicialização. O usuário pode descobrir navegando nos menus do SETUP até achar a palavra chave BOOT. Às vezes está em Advanced Setup, às vezes em Advanced Settings, às vezes em Boot Device. Há ainda em algumas placas mães a necessidade de apertar F11 ou F6 ou outro F qualquer para que se encontre um menu de prioridade de boot.
Normalmente dispositivos apresentam-se com nomes um pouco complicados como:
Ao invés de leitora de cd: HL-DT-ST GCE-8526B
Ao invés de leitora de DVD: HL-DT-ST DVDRAM GSA-4163B
Vale observar que normalmente os HDs possuem o número da sua capacidade em Gigabytes nesse nome, exemplo:
Ao invés de HD de 40Gb: WDC WD400EB-00CPF0
Ao invés de HD de 80Gb: SAMSUNG SP0802N
O importante é ter o entendimento geral de prioridade de boot e ir navegando pelo SETUP até fazer o computador reiniciar pelo CD.
d) Salve as alterações, insira o CD do Windows XP e reinicie o computador.
e) Aperte alguma tecla para iniciar o CD quando ele pedir e espere.
f) Tecle ENTER para instalar o Windows XP
g) Tecle F8 para concordar com os termos.
h) Tecle ESC
i) Siga as intruções para criar, dividir e formatar partições
Nessa etapa o usuário vai colocar em prática o planejamento de como será dividido seu ou seus HDs. É muito importante manter intacta a partição que contiver arquivos salvos. Para dividi-la recomenda-se programas específicos como o Partition Magic, que dividirá a partição mantendo a integridade dos arquivos.
j) Instale o Windows na partição destinada ao sistema
k) Siga as instruções da tela
A partir desse ponto, não será necessário apertar alguma tecla para que se inicie o CD como na etapa e). Na próxima vez que a instalação pedir para ser reiniciado, volte no SETUP, como nas etapas b) e c) e mude o boot novamente para o HD.
Se qualquer um dos passos der errado, leia atentamente os menus que estiverem na tela e as mensagens de erro para que os problemas possam ser solucionados.
4 – Instalar o Windows XP
Siga as instruções na tela a partir do item l) da etapa três, tenha sempre o número de série do Windows à mão e leia com cuidado cada menu.
5 – Instalar os drivers
Drivers são programas que gerenciam os componentes de hardware. Sem eles não é possível que cada dispositivo funcione. Logo, enquanto os drivers não forem instalados, não será possível ouvir som, por exemplo.
Caso tenha sido usado um programa de backup para drivers como o My Drivers, basta reinstalar o programa e recuperar os drivers. Caso contrário é necessário instalar item por item como indicado a seguir.
5.1: placa mãe
Para instalar-se os drivers da placa mãe basta instalá-los a partir do CD. Ou seguir os passos.
a) Clicar com o botão direito em Meu Computador:
Se o Windows estiver recém instalado, ele não aparecerá, para fazer com que ele apareça, clique com o botão direito na área de trabalho, vá em propriedades, personalizar área de trabalho, marque a opção Meu Computador e/ou outra e aperte Ok.
b) Clicar em Propriedades
c) Selecionar a guia Hardware
d) Clicar em Gerenciador de Dispositivos
e) Clicar com o botão direito no Driver que estiver com a exclamação do lado
f) Clicar em Atualizar Driver
g) Indicar o local do driver
h) Instalar driver com as instruções da tela.
Para essa etapa é necessário que os drivers estejam salvos em algum lugar conhecido. Há diversas maneiras de baixar os drivers da Internet, quando se perderam os arquivos originais.
5.2: placa de vídeo
VEJA TAMBÉM:
* Livro - Como Expandir Sua Inteligência
* 316 Dicas para Acelerar o seu PC
COMENTÁRIOS:
tpassosmaia Como formatar um pc... 12/02/2010 23:09hs.
Parou na placa de vídeo. Quero ver mais
Grato
Att
Tarciso
miahama formatar pc 09/01/2010 21:47hs.
instalei o win 7 rc no meu pc, mas como esse programa so vale ate junho de 2010, resolvi reinstalar o xp, que era o original do meu note, entrentanto quando tentei fazer isso ele nao mais reconhece o cd tentei reinstalar varias vezes usando diferentes metodos mas ele simpleste nao reconhece, como devo fazer para resolver este problema?
plebe rude 08/12/2009 07:08hs.
formataçao bem esplicada e muito detalhada mas...esta formataçao so pode ser feita se micro estiver em bom funcionamento se tiver VIROS esqueça vç perde tudo isso ja aconteceu comigo FUIIIII
anawill AJUUUUUUUUUUUUUDA 05/09/2009 18:05hs.
Eu quero formatar o meu pc, mais eu NUNCA fiz isso, e tenho uma GRANDE DUVIDA. Se eu formatar o pc vai apagar tudo q tem nele , não vai?
Como que se faz pra não perder as coisas q tem nele, ou não sei se é necessário formatar, ele ta travando muito , não da pra abrir nd que trava, ta orrivel, por favor me ajuda o mais rápido possível!
Desde ja agradeço. bjos Ana
lucamcs mais dúvida idiota 12/08/2009 17:46hs.
vou formatar os dois discos o C e o D...aonde eu vou salvar meu arquivos se todos eles estão nos discos?
lucamcs dúvida 12/08/2009 17:37hs.
os arquivos do desktop ja estão salvos automaticamente pelo windows né?...preciso salvar eles em algum lugar pra não perdê-los antes de formatar?
Anônimo formatar notebook 26/05/2009 21:02hs.
ola, gostaria de saber se é a mesma coisa formatar pc e notebook? e se seguindo esses passos eu vou conseguir formatar o meu note sozinho?
desde já agradeço.
lipe_69 como formatar um pc... 22/05/2009 02:15hs.
quero ver o restante
douglas123123 formatando um computador 08/05/2009 09:42hs.
vc sabia?
tem como formata pc sem da boot.
douglas123123 seriais do windows 08/05/2009 09:31hs.
se um desses serias não da serto pode jogar seu pc fora,eu ja formatei computadores com todos esses seriais e deu serto.:*)é muito facil
Esse tutorial serve a quem precisa formatar seu computador em ambiente Windows XP. Possui um guia de acesso rápido, para usuários experientes, e um guia comentado, para usuários iniciantes. Trata tanto de aspectos técnicos quanto de dicas para evitar alguns problemas recorrentes da formatação.
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Publicado em: 23/03/08 10:28hs.
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Formatar, Particionar e Instalar o Windows XP
Este tutorial tem por objetivo ensinar de maneira detalhada como formatar e particionar um HD e como instalar o Windows. É indicado para usuários iniciantes e intermediários que desejem ter uma noção ampla do assunto aliada à prática usando o Windows XP.
O tutorial está dividido em duas partes:
I – Guia Rápido: para usuários experientes.
No guia rápido o usuário encontrará uma sistematização em dez passos para auxiliá-lo na formatação de um computador.
II – Guia Comentado: para usuários básicos e intermediários.
Nesse nível o usuário terá acesso a conceitos básicos e a um guia comentado, que explica detalhadamente cada um dos dez passos da formatação.
I. Guia Rápido:
1 – Reavaliar a necessidade de formatá-lo
2 – Salvar arquivos e informações desejados em um lugar que não vai ser formatado
- salvar de cada usuário:
a) Desktops
b) Meus Documentos
c) Favoritos
- salvar do computador:
a) Drivers
b) Arquivos do Office: Outlook, Acces, Word, Excel etc.
c) Programas e arquivos de programas importantes
d) Outros arquivos ou informações importantes
3 – Formatar e particionar a unidade do sistema
4 – Instalar o Windows XP
5 – Instalar os drivers
- placa mãe
- placa de vídeo
- modem/ placa de rede
- periféricos:
a) mouse, teclado e monitor
b) impressora
c) scanner
d) webcam
e) gravadoras e leitoras de CD e de DVD
f) outros periféricos
- outros drivers
6 – Habilitar a Internet
7 – Instalar programas básicos da Internet
- flash
- adobe reader
- winrar
- outros programas
8 – Instalar o Office
9 – Instalar outros programas e seus arquivos salvos
10 – Testar todos os recursos e realizar ajustes finais
II. Guia Comentado:
· Conceitos:
- Formatar:
Formatar um HD significa – simplificadamete – apagar suas informações. Sabe-se, porém, que certas informações são intrínsecas ao HD e são gravadas fisicamente de modo que é pouco viável alterá-las. Sabe-se ainda que, ao formatar um HD, prepara-se ele para receber informações específicas, sejam arquivos de um determinado rol de tipos, ou seja, um sistema operacional (Windows, Linux etc.). Antes de instalar qualquer sistema operacional (Windows, Linux etc.) o HD deve ser formatado, o que normalmente já é feito em seu processo de fabricação.
Quando se fala em PC (Personal Computer), formatar um HD geralmente é usado para corrigir um erro de difícil reparação e/ou otimizar o sistema. Fazer que um programa ou até mesmo o próprio sistema operacional funcione e tornar um computador mais rápido são problemas que podem ser solucionados com a formatação.
Algumas pessoas usam o termo “formatar” para o ato de reinstalar todo o sistema de um computador (formatar o HD, instalar ou reinstalar o sistema operacional, configurar o computador etc.). Mas este tutorial trata apenas do conceito estrito da palavra. Para mais informações sobre algumas dessas tarefas consulte outros tutoriais.
- Particionar:
Particionar significa dividir, em uma ou mais partes, o HD. É importante notar que, só pelo fato de usar um sistema operacional, o HD já obrigatoriamente estará particionado, mesmo que só em uma parte.
Podemos dividir o HD em mais de uma parte por diversos motivos, entre outros: para organizar o computador em “sistema” e “arquivos comuns”; para instalar mais de um sistema operacional; para uso de backup (cópia de segurança); para algumas tarefas de multiusuários; para simples critério de organização e para otimizar a gravação de um CD.
· Passos:
1 – Reavaliar a necessidade de formatá-lo
Formatar um computador demanda entre outras coisas tempo e trabalho. Não importa o quão experiente seja o usuário, com maior ou menor freqüência, haverá problemas ao formatar um PC. É prudente tentar analisar e resolver cada problema que motiva a formatação. Portanto, só é recomendado formatar um computador quando houver problemas sérios sem solução aparente ou quando se prever mais tempo e trabalho para solucioná-los do que para formatar o HD.
2 – Salvar arquivos e informações desejados em um lugar que não vai ser formatado
Planos minimizam erros. Para planejar-se a formatação é preciso adequar os passos a cada caso específico e organizar as informações. Por exemplo, é interessante anotar cada arquivo que se deseje salvar bem como onde encontrar determinados drivers e informações. Com um plano bem feito em mãos otimiza-se o tempo e customiza-se o trabalho.
Recomenda-se que se crie uma pasta chamada BACKUP onde tudo será salvo. Depois basta ir realizando o backup na ordem do guia. Quando chegar na parte de programas e arquivos, é interessante salvar pastas inteiras e indicar de alguma maneira a localização da pasta salva (colocando no nome a localização da pasta para depois copiá-la de volta – ex: c - documents and settings).
È necessário ter bastante atenção para que não se esqueça nada, pois os erros mais graves e mais freqüentes ocorrem nessa etapa. É preciso ainda saber que o guia não passa de uma regra, que pode ter exceções, ou seja, é necessário atentar para outros arquivos que não se encaixem na lista do guia, mas que precisam ser salvos. Ciente disso, basta:
2.1: Salvar de cada usuário:
Vale a pena para essa etapa, criar uma pasta para cada usuário no local de backup e ir copiando cada parte importante para cada usuário.
a) Desktops:
Basta, normalmente, ir à pasta Documents and Settings, geralmente em C:\ e copiar a pasta Desktop de cada usuário e salvar no local de backup organizadamente para posterior recuperação.
b) Meus Documentos
Basta, normalmente, ir à pasta Documents and Settings, geralmente em C:\ e copiar a pasta Meus Documentos ou copiar a pasta onde o usuário guarda seus documentos.
c) Favoritos
Basta, normalmente, ir à pasta Documents and Settings, geralmente em C:\ e copiar o arquivo Favoritos de cada usuário.
2.2: Salvar do computador:
a) Drivers
O ideal é que se tenham todos os CDs de drivers que vêm quando se compra um computador ou que se tenha uma pasta em algum lugar que não será formatado ou CD com todos os drivers usados no PC.
Quando não houver nenhuma das alternativas anteriores, resta apelar para alguns programas que identificam, salvam e posteriormente restauram os drivers do computador. Ex: My Drivers, Driver Genius etc. Geralmente basta pedir para ele encontrar os drivers e salvar em um lugar que não será formatado e depois de instalado o Sistema Operacional, basta recuperá-los pelo programa.
Em último caso, quando o sistema operacional estiver indisponível, vale lembrar que pelo modelo e marca dos equipamentos é possível encontrar os drivers. Outra maneira é olhar diretamente nas placas o FCC ID (um conjunto de números e letras com 17 caracteres) que as identificam e permite que se encontre os drivers. Com esse FCC ID é possível achar a placa na Internet.
b) Arquivos do Office: Outlook, Acces, Word, Excel etc.
Basta, normalmente, ir ao programa Microsoft Outlook, em arquivo, Gerenciamento do Arquivo de Dados, Abrir Pasta, Copiar o arquivo “Outlook” para uma pasta e posteriormente recuperá-lo da mesma maneira, mas clicando em adicionar depois de Gerenciamento do Arquivo de Dados.
Para o Outlook Express, basta, normalmente copiar todos os arquivos com extensão “.dbx”, que geralmente se localizam em:
C:\Documents and Settings \ USUÁRIO \Configurações locais\Dados de aplicativos\Identities\{64CE3BD6-628E-478B-8797-54426A042E92}\Microsoft\Outlook Express
c) Programas e arquivos de programas importantes:
É necessário criar uma lista de cada programa instalado no computador, quais arquivos se deseja salvar desses programas e onde encontrar o executável para reinstalação posterior do programa.
Uma tabela simples seria bem útil, por exemplo:
Programa
Local de Instalação
Arquivos a Salvar
MSN Messenger
Internet
Conversas
Joguinho
CD de Instalação
Jogos Salvos
Programa de Receitas
Executável na pasta meus downloads
Arquivo receitas.xyz na pasta C:\cozinhebem\
Essa etapa é bem relativa, às vezes são necessários testes e soluções diferentes para salvar arquivos particulares de programas específicos. Jogos por exemplo, salvam os jogos salvos em uma extensão e nome particular, que o usuário deverá descobrir se desejar salvá-lo. Uma técnica interessante é salvar um novo arquivo e mandar fazer uma busca de todos os arquivos da pasta do programa e organizar por “modificado em”, assim, os que forem mais recém modificados têm mais chance de serem do tipo dos arquivos que se precisa salvar.
d) Outros arquivos ou informações importantes
Aqui é posto à prova realmente o feeling do operador, que deve observar atentamente os arquivos e informações importantes que restaram, mas que devem ser salvos. Normalmente não há muita coisa a se salvar além das já citadas.
3 – Formatar e particionar a unidade do sistema
Para essa etapa, será dada uma noção geral sobre formatação e particionamento e depois será indicada uma das formas mais simples para formatar a unidade do sistema. Cabe lembrar que existem muitas outras maneiras de fazer isso, embora essa seja a que demande menos tempo, equipamento e conhecimento específico.
3.1: Noção Geral
a) Saiba como o HD está particionado.
Para analisar os discos rígidos basta ir em Meu Computador e clicar com o botão direito nos discos locais e depois em Propriedades.
Normalmente o HD possui uma só partição. Nesse caso há duas opções: a primeira é copiar os arquivos que se deseja salvar em um outro dispositivo (outro HD, um conjunto de CDs, um DVD etc.); a segunda é dividir O HD em dois (particioná-lo) e copiar os arquivos para ele. No segundo caso recomenda-se programas como o Partition Magic, que divide o HD mantendo a integridade dos arquivos.
No caso de o HD possuir mais de uma partição, geralmente uma delas é usada para o sistema – arquivos do Windows e dos programas instalados – e a outra é usada para armazenar arquivos pessoais que no caso da necessidade de formatação não venham a ser perdidos. Isso é muito desejável e facilita bem a formatação, sendo apenas necessário, formatar-se a partição do sistema.
Existe ainda o caso de mais de um HD. Para isso, pode-se ter infinitas combinações, onde cada HD pode ter quantas partições for conveniente e, de forma geral, em uma delas localiza-se o sistema.
b) Monte um esquema de partições.
Para montar um esquema de como será dividido o seu ou os seus HDs basta:
I - Definir quantas divisões serão necessárias
- Ex 1: duas partições; uma para o sistema e outra para os arquivos pessoais.
- Ex 2: três partições; uma para o Windows, outra para o Linux e outra para os arquivos pessoais.
- Ex 3: em um HD duas partições, uma para o Windows, outra para o Linux; em outro HD uma partição com meus arquivos pessoais;
II - Definir o tamanho de cada partição
Normalmente um sistema como o Windows XP só necessita de 4Gb com folga. Entretanto, quando se pretende instalar na mesma unidade em que o sistema diversos outros programas como jogos, editores gráficos e outros, esse valor aumenta, não sendo necessário, normalmente, mais que 10Gb.
- Ex 1: 2 partições; uma para o sistema, com 3Gb, e outra para os arquivos pessoais, com 7Gb.
- Ex 2: 3 partições; uma para o Windows, com 5 Gb, e outra com 5Gb para os arquivos pessoais;
- Ex 3: em um HD duas partições; uma para o Windows, com 5Gb, outra para o Linux, com 5Gb; em outro HD duas partições, uma com “meus arquivos”, com 35Gb e outro com “arquivos da minha irmã”, com 5Gb.
3.2: Passos para formatar a unidade do sistema.
a) Confira se as etapas anteriores foram concluídas.
Após a etapa três não haverá volta para arquivos excluídos. Portanto é de grande valia uma breve revisão nas etapas anteriores.
b) Reinicie o Computador e tecle DEL para entrar no SETUP.
c) Altere a prioridade de boot para o CD.
Isso significa fazer com que o computador inicie-se a partir do CD, e não do HD. Para isso, cada placa mãe tem uma maneira diferente que é indicada no manual. Contudo, sempre é necessário listar, na ordem, as unidades em que serão buscados os arquivos de inicialização. O usuário pode descobrir navegando nos menus do SETUP até achar a palavra chave BOOT. Às vezes está em Advanced Setup, às vezes em Advanced Settings, às vezes em Boot Device. Há ainda em algumas placas mães a necessidade de apertar F11 ou F6 ou outro F qualquer para que se encontre um menu de prioridade de boot.
Normalmente dispositivos apresentam-se com nomes um pouco complicados como:
Ao invés de leitora de cd: HL-DT-ST GCE-8526B
Ao invés de leitora de DVD: HL-DT-ST DVDRAM GSA-4163B
Vale observar que normalmente os HDs possuem o número da sua capacidade em Gigabytes nesse nome, exemplo:
Ao invés de HD de 40Gb: WDC WD400EB-00CPF0
Ao invés de HD de 80Gb: SAMSUNG SP0802N
O importante é ter o entendimento geral de prioridade de boot e ir navegando pelo SETUP até fazer o computador reiniciar pelo CD.
d) Salve as alterações, insira o CD do Windows XP e reinicie o computador.
e) Aperte alguma tecla para iniciar o CD quando ele pedir e espere.
f) Tecle ENTER para instalar o Windows XP
g) Tecle F8 para concordar com os termos.
h) Tecle ESC
i) Siga as intruções para criar, dividir e formatar partições
Nessa etapa o usuário vai colocar em prática o planejamento de como será dividido seu ou seus HDs. É muito importante manter intacta a partição que contiver arquivos salvos. Para dividi-la recomenda-se programas específicos como o Partition Magic, que dividirá a partição mantendo a integridade dos arquivos.
j) Instale o Windows na partição destinada ao sistema
k) Siga as instruções da tela
A partir desse ponto, não será necessário apertar alguma tecla para que se inicie o CD como na etapa e). Na próxima vez que a instalação pedir para ser reiniciado, volte no SETUP, como nas etapas b) e c) e mude o boot novamente para o HD.
Se qualquer um dos passos der errado, leia atentamente os menus que estiverem na tela e as mensagens de erro para que os problemas possam ser solucionados.
4 – Instalar o Windows XP
Siga as instruções na tela a partir do item l) da etapa três, tenha sempre o número de série do Windows à mão e leia com cuidado cada menu.
5 – Instalar os drivers
Drivers são programas que gerenciam os componentes de hardware. Sem eles não é possível que cada dispositivo funcione. Logo, enquanto os drivers não forem instalados, não será possível ouvir som, por exemplo.
Caso tenha sido usado um programa de backup para drivers como o My Drivers, basta reinstalar o programa e recuperar os drivers. Caso contrário é necessário instalar item por item como indicado a seguir.
5.1: placa mãe
Para instalar-se os drivers da placa mãe basta instalá-los a partir do CD. Ou seguir os passos.
a) Clicar com o botão direito em Meu Computador:
Se o Windows estiver recém instalado, ele não aparecerá, para fazer com que ele apareça, clique com o botão direito na área de trabalho, vá em propriedades, personalizar área de trabalho, marque a opção Meu Computador e/ou outra e aperte Ok.
b) Clicar em Propriedades
c) Selecionar a guia Hardware
d) Clicar em Gerenciador de Dispositivos
e) Clicar com o botão direito no Driver que estiver com a exclamação do lado
f) Clicar em Atualizar Driver
g) Indicar o local do driver
h) Instalar driver com as instruções da tela.
Para essa etapa é necessário que os drivers estejam salvos em algum lugar conhecido. Há diversas maneiras de baixar os drivers da Internet, quando se perderam os arquivos originais.
5.2: placa de vídeo
VEJA TAMBÉM:
* Livro - Como Expandir Sua Inteligência
* 316 Dicas para Acelerar o seu PC
COMENTÁRIOS:
tpassosmaia Como formatar um pc... 12/02/2010 23:09hs.
Parou na placa de vídeo. Quero ver mais
Grato
Att
Tarciso
miahama formatar pc 09/01/2010 21:47hs.
instalei o win 7 rc no meu pc, mas como esse programa so vale ate junho de 2010, resolvi reinstalar o xp, que era o original do meu note, entrentanto quando tentei fazer isso ele nao mais reconhece o cd tentei reinstalar varias vezes usando diferentes metodos mas ele simpleste nao reconhece, como devo fazer para resolver este problema?
plebe rude 08/12/2009 07:08hs.
formataçao bem esplicada e muito detalhada mas...esta formataçao so pode ser feita se micro estiver em bom funcionamento se tiver VIROS esqueça vç perde tudo isso ja aconteceu comigo FUIIIII
anawill AJUUUUUUUUUUUUUDA 05/09/2009 18:05hs.
Eu quero formatar o meu pc, mais eu NUNCA fiz isso, e tenho uma GRANDE DUVIDA. Se eu formatar o pc vai apagar tudo q tem nele , não vai?
Como que se faz pra não perder as coisas q tem nele, ou não sei se é necessário formatar, ele ta travando muito , não da pra abrir nd que trava, ta orrivel, por favor me ajuda o mais rápido possível!
Desde ja agradeço. bjos Ana
lucamcs mais dúvida idiota 12/08/2009 17:46hs.
vou formatar os dois discos o C e o D...aonde eu vou salvar meu arquivos se todos eles estão nos discos?
lucamcs dúvida 12/08/2009 17:37hs.
os arquivos do desktop ja estão salvos automaticamente pelo windows né?...preciso salvar eles em algum lugar pra não perdê-los antes de formatar?
Anônimo formatar notebook 26/05/2009 21:02hs.
ola, gostaria de saber se é a mesma coisa formatar pc e notebook? e se seguindo esses passos eu vou conseguir formatar o meu note sozinho?
desde já agradeço.
lipe_69 como formatar um pc... 22/05/2009 02:15hs.
quero ver o restante
douglas123123 formatando um computador 08/05/2009 09:42hs.
vc sabia?
tem como formata pc sem da boot.
douglas123123 seriais do windows 08/05/2009 09:31hs.
se um desses serias não da serto pode jogar seu pc fora,eu ja formatei computadores com todos esses seriais e deu serto.:*)é muito facil
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Linux x Windows
Conheça as diferenças e similaridades entre um Desktop Linux e um Desktop Windows.

Muitas pessoas ouvem falar muito bem sobre o Linux em um computador desktop mas têm receio de fazer a migração. Tentarei mostrar neste artigo como funciona um desktop Linux apontando suas similaridades com o desktop Windows. Você verá ao longo deste texto que trabalhar num Linux é muito mais fácil do que se pensa.
A distribuição adotada foi o Ubuntu Linux 5.10 que se beneficia do ambiente gráfico Gnome 2.12. A versão do Windows utilizada foi a XP Profissional.
Primeiramente vou comparar com screenshots dos 2 sistemas para que você possa ver as semelhanças. Depois disto irei mostrar apenas fotos do Linux para que você conheça alguns utilitários e ferramentas interessantes. Ao término de sua leitura, por favor pense bem sobre os 2, compare e lembre-se do custo de cada um. Lembrando que o Ubuntu Linux é gratuito. No final colocarei os custos do Windows e Office.
O Desktop
Na primeira vista, considero o desktop gnome muito mais bonito que o desktop do Windows XP, porém cada pessoa tem um gosto. Vamos dar uma olhada no desktop padrão do Windows e meu desktop Linux:
A distribuição adotada foi o Ubuntu Linux 5.10 que se beneficia do ambiente gráfico Gnome 2.12. A versão do Windows utilizada foi a XP Profissional.
Primeiramente vou comparar com screenshots dos 2 sistemas para que você possa ver as semelhanças. Depois disto irei mostrar apenas fotos do Linux para que você conheça alguns utilitários e ferramentas interessantes. Ao término de sua leitura, por favor pense bem sobre os 2, compare e lembre-se do custo de cada um. Lembrando que o Ubuntu Linux é gratuito. No final colocarei os custos do Windows e Office.
O Desktop
Na primeira vista, considero o desktop gnome muito mais bonito que o desktop do Windows XP, porém cada pessoa tem um gosto. Vamos dar uma olhada no desktop padrão do Windows e meu desktop Linux:
| Desktop Windows | Desktop Linux |
O menu iniciar do Windows XP devo confessar que é muito bem organizado (em relação ao Windows 98 por exemplo), mas a organização do menu do Linux é muito maior. Todos os programas são organizados por categorias como podemos ver nas fotos a seguir:
O "Meu Computador" é o primeiro local que um usuário costuma buscar para acessar os arquivos no HD, CD, DVD, Disquete ou Pen Drive. No Linux estes locais podem ser acessados pelo menu "Locais" mas também estão no "Meu Computador" como podemos conferir. Não há muitas novidades e o usuário do Windows irá se familiarizar muito bem com o Ubuntu Linux. A única diferença que ele notará é o fato de que após colocar um CD ou DVD no drive não será possível retirá-lo pelo botão que se encontra no próprio drive. O disco ficará travado, por segurança, e só sairá quando alguém clicar com o botão direito em seu ícone e em seguida em "ejetar".
Esta opção é muito boa pois impede que alguém retire do drive o disco no meio de uma cópia de arquivos. O sistema não permitirá que o usuário ejete o disco caso o dispositivo esteja sendo utilizado.
O Ubuntu Linux monta automaticamente os CDs, DVDs, Câmeras Digitais e Pen Drives assim que conectados ao computador:
Gerenciar arquivos no computador é uma necessidade. Nada como fazer isso de forma fácil não é mesmo? No Windows as pessoas estão acostumadas com o "Windows Explorer" que copia, recorta, cola e move arquivos. Também o utilizamos para criar pastas, remover arquivos e até mesmo criar atalhos. No Linux isso não é diferente pois nele usamos um gerenciador de arquivos muito eficiente, o "Nautilus".
Os atalhos são os mesmos (Ctrl + C, Ctrl + V, Ctrl + X, etc) e o trabalho de copiar/mover arquivos geralmente não passa de um mero arrastar de mouse. No Nautilus ainda possuímos alguns recursos adicionais. No local onde fica a árvore de diretórios podemos colocar diversas outras informações como dados do arquivo/diretório, histórico dos locais visitados, locais comuns a serem visitados e até alguns emblemas para colocar nos diretórios facilitando a visualização. Como podem ver eu personalizei meus diretórios no Nautilus com emblemas de som, design, documentos, etc. Vale lembrar que o Nautilus, assim como o Explorer (à partir do Windows XP), grava CDs de dados diretamente. Basta ir ao criador de CDs, copiar tudo pra dentro e clicar em "gravar" com um CD virgem no drive. Também é interessante ressaltar que o Nautilus é o gerenciador de arquivos do Gnome, mas não é o único para Linux. No KDE (outro ambiente gráfico, afinal no Linux temos vários desktops diferentes para se utilizar) temos o Konqueror. Existem vários outros disponíveis para Linux:
O navegador de internet do Windows é o "Internet Explorer". Diversos usuários inexperientes chamam o Internet Explorer apenas de "Internet" e acreditam que é só clicar naquele ícone dele para poder entrar na internet. Não temos o Internet Explorer no Linux e eu acho isso muito bom. O Internet Explorer é de longe o navegador mais vazado da internet. No Linux podemos usar o Firefox, Mozilla, Galeon, Epiphany, Opera, Konqueror, dentre diversos outros. Eu costumo usar o Firefox que é de longe melhor que o Internet Explorer. A Microsoft recentemente copiou o recurso de bloquear popups em seu Service Pack 2 para Windows XP. Os usuários do Linux já usavam esse recurso a anos. O Firefox além de bloquear essas janelinhas chatas, ainda pode ser totalmente personalizado com temas e extensões. Pra se ter uma idéia da pra colocar previsão do tempo, checagem de e-mails, jogos e muito mais dentro do firefox. Além do mais ele navega por abas não deixando aquela sujeira com 500 janelas abertas ao mesmo tempo:
No Windows, quando vamos configurar alguma coisa no computador o primeiro lugar que visitamos é o Painel de Controle. Nele podemos configurar a aparência e recursos utilizados. No Linux isso não é muito diferente. Embora tenhamos 2 seções (uma para configurações do ambiente gráfico do usuário e outra para configurações do sistema que deve ser feita apenas pelo administrador) podemos ver grande similaridade entre os paineis. Este painel que mostrarei no Linux é o de peronalização do ambiente do usuário:
Para termos idéia da configuração no Linux (a parte administrativa que fica no outro painel) mostrarei abaixo o utilitário de instalação da impressora e a ferramenta de configuração da rede, e como sempre, mostrarei nos 2 sistemas operacionais:
Agora vamos ver o famoso "Ambiente de Rede", o lugar onde todos acessam quando querem pegar aquele arquivo que está compartilhado em outra máquina. Vale lembrar que o Linux consegue perfeitamente navegar nos sistemas de arquivos do Windows, mas o contrário não é válido (você acha mesmo que o Bill Gates vai querer que o Windows se integre com o Linux?). Porém é claro que a comunidade não para de trabalhar e para isso temos o Samba. O Samba é um servidor de arquivos que permite que o Windows veja os diretórios do Linux. Ele simula um servidor de arquivos Windows podendo ser implementado tranquilamente em qualquer empresa. Vamos ver o "Ambiente de Rede" dos dois sistemas operacionais:
Quando você vai instalar ou remover um programa no Windows você deve recorrer ao famoso "Adicionar e Remover Programas" não é verdade? Bem pra falar a verdade você só vai até lá quando vai remover um programa pois pra instalar tem que ficar se virando de verde e amarelo pra achar o mesmo na internet. No Linux também há um programa equivalente, porém há algumas diferenças. No meu Desktop Linux eu posso instalar mais de 17 mil programas todos listados diretamente da internet. Basta selecionar qual quero na lista e clicar em aplicar. Isso quer dizer que quando eu quero um programa para determinada tarefa não preciso sair em busca dele na internet nem mesmo ter de pagar aquela quantia absurda pelo mesmo. Basta abrir meu gerenciador de programas e localizar algo que me satisfaça dentre as muito bem organizadas categorias. Fácil demais né?
Os viciados em internet sempre utilizam mensageiros instantâneos. Ta legal... pra falar a verdade os não viciados também, todo mundo usa. No Brasil o mais popular é o MSN Messenger (isso mesmo. No Brasil! Lá no exterior o mais famoso é o YIM). Mas como conectar nele se a Microsoft não cria um cliente para Linux? Para isso temos diversos programas no Linux criados pela comunidade. Para aqueles que gostam de emoticons personalizados, janelas tremendo e webcams eu recomendo o aMSN messenger, porém eu gosto muito mais do meu GAIM. Com ele posso conectar ao mesmo tempo no ICQ, MSN, Jabber e GTalk. Vale lembrar que ele ainda se conecta no YIM, Zephir, Napster, Mirc e Gadu Gadu. A nova versão 2.0 do GAIM (que está para ser lançada) promete suporte a webcams e chat de audio, coisas que já estão sendo implementadas em outros programas. Confiram:
Tem gente que não assume mas é viciado(a) nos joguinhos do Windows. Bom, pra ser sincero com vocês o Linux tem joguinhos muito mais legais. Como exemplo cito o Frozen Bubble e o Super Tux. Porém vamos mostrar aqui, para acalmar alguns ânimos, que aqueles joguinhos de mal gosto que vêm no Windows também estão disponíveis no Linux.
Paciência, Paciência Spider, Freecell e Campo Minado:
Receber e-mails através de um cliente é sem dúvida a forma mais fácil de se comunicar com outras pessoas pelo mundo. Um cliente de e-mail facilita bastante a nossa vida. O cliente de e-mail que vem com o Windows é o famoso Outlook Express. Já no meu Ubuntu Linux eu utilizo o Ximian Evolution, um poderoso cliente de e-mails que ainda me fornece calendário, agenda, lista de tarefas, notas e ainda integra com o Exchange. Recursos esses que só estão disponíveis no Microsoft Outlook, programa que faz parte da suite de aplicativos do Microsoft Office que é muito cara (R$ 1.500,00 pela versão Standard).
Talvez você deva se sentir incapacitado de exercer suas habilidades artísticas configurando os temas em seu Windows XP. Ele vem com o tema padrão (com variações Silver e Olive) e o tema clássico do Windows. Pra colocar temas em ícones é preciso fazer uma danada de uma gambiarra e para temas gratuitos a mesma coisa. No meu Desktop Linux eu passo horas trocando temas. Além de inúmeros temas que podem ser baixados gratuitamente pela internet, há infinitas combinações dos mesmo o que torna a personalização um trabalho agradável e complexo. Posso personalizar cores, formas, bordas de janelas, papéis de parede, posições de botões, fontes, ícones e muito mais. Ferramentas como o "Gnome-art" possibilitam listar todos os temas disponíveis na internet para download e a instalação remota na hora sem nem precisar abrir o navegador:
A famosa linha de comandos não poderia deixar de estar presente não é verdade? No Windows podemos usar o "Commander" para usar comandos do DOS. No Linux isso não é diferente. Utilizo meu "Gnome-Terminal" para rodar os comandos so Bash, a linha de comandos mais utilizada no Linux (isso mesmo, a mais utilizada. Existem várias outras, umas voltadas pra programadores, outras pra usuários, etc). Eu deixei o meu terminal branquinho mesmo apenas por preguiça, mas você pode deixar ele transparente, colorido, preto, da maneira que quiser.
Bom, no Windows temos que comprar uma suite Office pois não vem nenhuma não é verdade? E é bem caro por sinal (R$ 1.500,00 pela versão Standard). No Ubuntu Linux o Open Office já vem instalado por padrão. Veja o Open Office rodando em comparação com o Microsoft Office. Vale lembrar que o Open Office abre e salva no formato do Microsoft Office e possui recursos únicos como exportar diretamente para PDF ou para animações Flash (isso mesmo, você pode pegar aquelas apresentações de slides bonitinhas que recebeu por e-mail e converter para Flash com 1 clique).
Editor de textos, editor de planilhas e editor de slides:
Bom, cansei de tirar screenshots do Windows então vou mostrar algumas apenas do Linux daqui para frente ok?
Veja abaixo como configuro o idioma do meu teclado e o mouse:
Na hora de relaxar nada melhor que ouvir música ou assistir um bom filme não é verdade? No Linux é óbvio que temos inúmeros players de som e vídeo. O padrão instalado no Ubuntu é o Totem, mas você pode instalar vários outros. Muitas pessoas acabam empacando com o Linux na parte de multimídia pelo fato de não virem instalados os codecs proprietários de áudio e vídeo. Bem, eu não acho isso uma coisa tão terrível assim, visto que o Windows também não os traz, pra isso agente instala aqueles "codec packs" que circulam pela internet e que trazem de "brinde" um monte de ad-awares e spyware pra se espalharem por todo o canto. Se você quiser saber como instalar codecs multimídia no Ubuntu visite este forum que esta pergunta ja foi respondida inúmeras vezes por lá. É muito fácil inclusive... da pra fazer pelo gerenciador de programas, mas antes temos que ensinar seu Linux a procurar programas em outros endereços da internet.
Confiram o Totem Media Player funcionando do lado esquerdo e o Mplayer do lado direito (ambos tocam audio e vídeo):
Agora veja como podemos configurar a resolução do vídeo e o monitor:

É sempre bom estar com o relógio no horário não é verdade? Configurar a hora num desktop Linux é muito fácil e se quiser pode escolher o fuso-horário e pedir que o Linux atualize a hora automaticamente pela internet com o servidor atômico. Agora não tem desculpa pra perder a hora heim! O horário de verão também é atualizado pra que você não de aquele furo no trabalho chegando uma hora mais cedou ou pior... mais tarde!

Você deve falar português, mas e se alguém quiser usar o Linux no seu computador e for... do Japão, por exemplo? Que tal dar a possibilidade do usuário escolher a língua com a qual vai trabalhar com o sistema? No Linux isso é possível. Lá no Windows nós temos que comprar a versão do Brasil, mas o Ubuntu, como a maioria das distribuições Linux, já é internacionalizado e tem suporte a diversas línguas:

Lá no Windows agente tem um tal de "Live Update" que fica nos avisando sempre que há uma atualização disponível. O Ubuntu Linux também vem com uma ferramenta, que inclusive levanta uma caixa no System Tray avisando sobre updates. Veja abaixo a ferramenta para configuração das atualizações:

Quando pressionamos "Ctrl + Alt + Del" la no Windows (isso sem dúvida ocorre com uma grande frequência) trazemos à tona o "Gerenciador de Tarefas". Com ele podemos monitorar os recursos da máquina e fechar aplicativos travados. No Linux também temos um equivalente que se chama "Monitor de Sistema". Com ele monitoramos a capacidade dos discos, uso da memória, carga do processador, uso da rede e é claro que controlamos aplicativos. Podemos matar um aplicativo, definir prioridade baixa, alta ou apenas ver que é o "vilão" que está roubando seus precioso MBs de memória. Confiram o Monitor de Sistema em ação:
É sempre bom manter todos os programas instalados no menu para facilitar o uso. 90% dos aplicativos instalados diretamente da internet pelo gerenciador de programas já entram automaticamente no menu, mas você pode instalar algum que não faça isso (geralmente pacotes criados por terceiros). O mesmo com aqueles jogos comerciais como Quake, Doom, Neverwinter, Wolfenstein, America's Army, etc. Para criar um atalho no menu é muito fácil, basta usarmos o "Editor de Menus" que também já acompanha o Ubuntu 5.10:

E as opções da internet? Elas estão no navegador, que no meu caso é o Firefox. Também há uma ferramenta para configurar a conexão via servidor proxy no Ubuntu. Vejam só:
La no Windows, há uma ferramenta para configuração dos serviços que vão iniciar com o computador. Fica lá no "Painel de Controle" em "Ferramentas Administrativas". No Linux também podemos controlar o que vai ligar automaticamente junto com o sistema. Segue a ferramenta de configuração dos serviços que iniciarão no boot:

Quer monitorar as partições? Montar e desmontar volumes e acessar o seu outro HD? Fácil fácil com o Gerenciador de Discos. Se quiser ter informações detalhadas sobre o hardware de sua máquina não precisa abrir a CPU e arrebentar o lacre de garantia. Com o "Gerenciador de Dispositivos" você poderá ter acesso fácil aos dados de seu hardware. Confira os dois em funcionamento:
Eu sei que instalar fontes no Windows é muito fácil. Você vai no painel de controle, em Fontes e arrasta os arquivos pra dentro. No Linux é igualzinho. Basta abrir o Nautilus, pressionar "Ctrl + L" para que ele exiba a barra de endereços e acessar o endereço: "fonts://". Pronto. Só arrastar as fontes pra dentro. Atenção: Você pode ter de relogar para ver as fontes novas.

Imagine a seguinte situação: Você está usando o computador em seu usuário. De repente chega seu irmão e precisa passar um e-mail urgente, mas você não quer deixar que ele tenha acesso ao seu histórico e itens pessoais. Você pode facilmente iniciar uma nova sessão para ele. O melhor disso tudo é que as 2 podem trabalhar ao mesmo tempo. Você tem 2 opções:
1 - Criar uma nova sessão completa. Sua sessão será bloqueada com senha e uma nova criada. Você pode trocar de uma sessão para outra pressionando "Ctrl + Alt + F7" e "Ctrl + Alt + F8". Fácil não: Da pra abrir várias outras no F9, F10, etc.
2 - Criar uma nova sessão em janela "Aninhada". Isso quer dizer que você abrirá uma janelinha e dentro dela a nova sessão trabalhará, como se fosse um novo programa. Vejam que legal:

O Linux também tem opções de acessibilidade para usuários com necessidades especiais. Veja a seguir:
E se tudo ficar complicado, não tem problemas. Que tal chamar aquele seu amigo "fera" em Linux para lhe dar uma mão? Pois é, você pode permitir que ele acesse seu desktop e controle tudo la da casa dele. E o melhor de tudo é que você ainda pode assistir. Basta ativar o desktop remoto.

E é por isso que eu digo que o Linux já é uma excelente alternativa para Desktops.
Vale lembrar que o Ubuntu Linux (assim como quase todos os outros Linux) pode ser baixado na internet. É apenas 1 CD. Se você quiser, pode pedir pelo correio de graça!
"Mas Antonio você quer dizer que eu posso entrar na internet, pedir 200 CDs de Ubuntu Linux que eles entregam na minha casa lá no meio da tribo dos AKIDAUANUS bem no meio da floresta tudo via correio de graça???"
Exatamente! Se tiver um endereço postal válido o pessoal entrega sim hehehe. No site do Ubuntu Linux você pode pedir CDs que eles te entregam por 2 motivos:
1º - Eles tem dinheiro sobrando. O fundador do Ubuntu Linux não é nada mais nada menos que Mark Shuttleworth, o primeiro africano no espaço e 2º turista estelar que pagou 20 milhões de dólares para a Estação Espacial Internacional (ISS) russa por uma estadia de 11 dias la em cima, ocasião que aproveitou para cultivar células tronco no espaço (sim ele foi o primeiro a cultivar células tronco no espaço).
2º - Se você está pedindo CDs é por que vai divulgar o Linux. Você não pediria 50 CDs (por exemplo) só pra você.
Ta certo que demora um bocado pra os CDs chegarem, pois ele atendem pedidos do mundo todo. Aqui para o Brasil leva de 2 a 3 meses na média. Eu preferi baixar o meu... rs.
Acabo de ver na internet que um Windows XP Profissional original na caixa está saindo por aproximadamente R$ 800,00. E olha que ele nem vem com o Microsoft Office que sai por uma bagatela de R$ 1.500,00 na versão Standard. A brincadeira ficou em R$ 2.300,00 para poder ter um sistema operacional e uma suite office rodando na sua máquina. Por menos que isso eu monto um belíssimo computador com 1GB de memória RAM e placa de vídeo aceleradora pra rodar Quake 4 e Doom 3. Por um acaso você encontrou seu dinheiro no lixo? Será que o suor do seu trabalho não vale muito mais que 2 programas de computador? Este valor acima citado equivale a certa de 7 meses de trabalho recebendo um salário mínimo aqui no Brasil. Portanto pense bem da próxima vez que quiser mandar seu valoroso dinheirinho para uma empresa norte americana. E quando for calcular o preço dos software para seu Windows não se esqueça do anti-vírus.
Talvez você deve estar se perguntando: É mesmo!!! E o anti-vírus? Tem algum bom pra Linux e grátis? Sim, temos anti-vírus para Linux, mas eles não server pra quase nada, rs. Linux não pega vírus. Você deve estar arrancando os cabelos e se perguntando se isso é verdade não é mesmo? Pois bem, pela simplicidade do Linux, você pode até criar um vírus para Linux, eu mesmo crio um em 10 segundos... rs. Porém graças ao seu complexo sistema de permissões, o máximo que você pode destruir é o seu diretório pessoal e nunca o sistema. Pra falar a verdade até hoje foram registrados uns 2 ou 3 vírus para Linux, e eles só chegaram a infectar 2 computadores sendo que em um nem funcionou e no outro pegou por possuir uma exata versão do compilador gcc e uma determinada versão do kernel. Um vírus para Linux teria que ser algo como: "Boa tarde, eu sou um vírus e quero detonar seu computador. Você pode me dar permissão para executar e me abrir como administrador? Obrigado".
Agora a sua pergunta deve ser: Se não há vírus para Linux pra que anti-vírus?
Simples, para escanear computadores Windows na rede... rs. Além do mais você pode de repente compartilhar um arquivo infectado para uma estação Windows o que significa que você sobrevive, mas o Windows não. Sabe aqueles e-mails infectados que todo mundo recebe? Eu abro eles numa boa, clico nos links e nada acontece!
Resumindo: No Linux você pode abrir sites de bancos, e-mails e tudo mais com total segurança sem precisar daquele anti-vírus chato que só fica ali consumindo memória. Quer coisa melhor que isso?
Instalando o Ubuntu Linux 5.10, você leva gratuitamente uma suite office completa, um cliente de e-mail profissional, um navegador web de excelente qualidade, programas para mirc e messengers, editores de imagens e gráficos vetoriais, players de vídeo e som, e mais de 17.000 programas a serem instalados diretamente da internet sem qualquer custo. Se você quiser baixar o Ubuntu Linux 5.10 você pode gratuitamente no site oficial: http://www.ubuntulinux.org
Se você está com medo de esperimentar baixe a versão "LiveCD" pra não ter de instalar. Isso mesmo... o Linux roda direto do drive de CD sem instalar nada se você quiser. Nem precisa de HD. Eu mesmo tenho um Linux instalado no meu MP3 Player e rodo ele diretamente da porta USB sem instalar nada no meu HD. Se você gostar pode baixar a versão "Install" que é a de instalação (durd... eu ja percebi!), mas fique atento à arquitetura. A versão "64" é para processadores de 64 bits. A versão "i386" é a mais comum para processadores INTEL e AMD. A versão "PPC" é para computadores MAC.
Se você quiser pode ainda esperimentar outras das centenas de distribuições Linux que existem. SuSE, Fedora Core, Mandriva, Debian, Slackware, Gentoo, etc. São inúmeras distribuições diferentes de Linux, cada uma com suas peculiariedades. Se tiver tempo e vontade pode testar todas elas e escolher qual se adapta melhor às suas necessidades.
Qualquer dúvida que você tiver, fique tranquilo. A comunidade Linux está sempre preparada para lhe ajudar nas horas mais difíceis. Deixarei aqui o endereço do forum luso-brasileiro de Ubuntu Linux. Nele você poderá tirar quaiquer dúvidas sobre seu Ubuntu Linux: http://ubuntu.linuxval.org
Um forte abraço a todos. Deixarei meus dados de contato, mas por favor, para dúvidas sobre o Ubuntu Linux postem no forum e não fiquem enchendo minha pequenina caixa postal de 2.5GB do Google com dúvidas... rs. Obrigado.
Para as garotas está liberado o envio de dúvidas... rs. E pra ofertas de emprego também, ou se alguém de repente quiser me mandar um dinheiro, sei lá. Bem que seria bom heim... rs. No farol o pessoal só te da propaganda... dinheiro que é bom nada! Na internet não é diferente não é verdade?
Antônio Cláudio da C. Ayres (LedStyle)
Web Site: Tux Resources
Blog: Em defesa da liberdade
ICQ: 65264074
GTalk: ledstyle [arrouba] gmail.com
MSN: ledstyle [arrouba] yahoo.com.br
Jabber: ledstyle [arrouba] jabber.org
E-mail: antonio [arrouba] tuxresources.org / ledstyle [arrouba] gmail.com
Este artigo está licenciado sob a Creative Commons. Para notas legais consulte a licença.
| Desktop Windows | Desktop Linux |
O "Meu Computador" é o primeiro local que um usuário costuma buscar para acessar os arquivos no HD, CD, DVD, Disquete ou Pen Drive. No Linux estes locais podem ser acessados pelo menu "Locais" mas também estão no "Meu Computador" como podemos conferir. Não há muitas novidades e o usuário do Windows irá se familiarizar muito bem com o Ubuntu Linux. A única diferença que ele notará é o fato de que após colocar um CD ou DVD no drive não será possível retirá-lo pelo botão que se encontra no próprio drive. O disco ficará travado, por segurança, e só sairá quando alguém clicar com o botão direito em seu ícone e em seguida em "ejetar".
Esta opção é muito boa pois impede que alguém retire do drive o disco no meio de uma cópia de arquivos. O sistema não permitirá que o usuário ejete o disco caso o dispositivo esteja sendo utilizado.
O Ubuntu Linux monta automaticamente os CDs, DVDs, Câmeras Digitais e Pen Drives assim que conectados ao computador:
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Gerenciar arquivos no computador é uma necessidade. Nada como fazer isso de forma fácil não é mesmo? No Windows as pessoas estão acostumadas com o "Windows Explorer" que copia, recorta, cola e move arquivos. Também o utilizamos para criar pastas, remover arquivos e até mesmo criar atalhos. No Linux isso não é diferente pois nele usamos um gerenciador de arquivos muito eficiente, o "Nautilus".
Os atalhos são os mesmos (Ctrl + C, Ctrl + V, Ctrl + X, etc) e o trabalho de copiar/mover arquivos geralmente não passa de um mero arrastar de mouse. No Nautilus ainda possuímos alguns recursos adicionais. No local onde fica a árvore de diretórios podemos colocar diversas outras informações como dados do arquivo/diretório, histórico dos locais visitados, locais comuns a serem visitados e até alguns emblemas para colocar nos diretórios facilitando a visualização. Como podem ver eu personalizei meus diretórios no Nautilus com emblemas de som, design, documentos, etc. Vale lembrar que o Nautilus, assim como o Explorer (à partir do Windows XP), grava CDs de dados diretamente. Basta ir ao criador de CDs, copiar tudo pra dentro e clicar em "gravar" com um CD virgem no drive. Também é interessante ressaltar que o Nautilus é o gerenciador de arquivos do Gnome, mas não é o único para Linux. No KDE (outro ambiente gráfico, afinal no Linux temos vários desktops diferentes para se utilizar) temos o Konqueror. Existem vários outros disponíveis para Linux:
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O navegador de internet do Windows é o "Internet Explorer". Diversos usuários inexperientes chamam o Internet Explorer apenas de "Internet" e acreditam que é só clicar naquele ícone dele para poder entrar na internet. Não temos o Internet Explorer no Linux e eu acho isso muito bom. O Internet Explorer é de longe o navegador mais vazado da internet. No Linux podemos usar o Firefox, Mozilla, Galeon, Epiphany, Opera, Konqueror, dentre diversos outros. Eu costumo usar o Firefox que é de longe melhor que o Internet Explorer. A Microsoft recentemente copiou o recurso de bloquear popups em seu Service Pack 2 para Windows XP. Os usuários do Linux já usavam esse recurso a anos. O Firefox além de bloquear essas janelinhas chatas, ainda pode ser totalmente personalizado com temas e extensões. Pra se ter uma idéia da pra colocar previsão do tempo, checagem de e-mails, jogos e muito mais dentro do firefox. Além do mais ele navega por abas não deixando aquela sujeira com 500 janelas abertas ao mesmo tempo:
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No Windows, quando vamos configurar alguma coisa no computador o primeiro lugar que visitamos é o Painel de Controle. Nele podemos configurar a aparência e recursos utilizados. No Linux isso não é muito diferente. Embora tenhamos 2 seções (uma para configurações do ambiente gráfico do usuário e outra para configurações do sistema que deve ser feita apenas pelo administrador) podemos ver grande similaridade entre os paineis. Este painel que mostrarei no Linux é o de peronalização do ambiente do usuário:
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Para termos idéia da configuração no Linux (a parte administrativa que fica no outro painel) mostrarei abaixo o utilitário de instalação da impressora e a ferramenta de configuração da rede, e como sempre, mostrarei nos 2 sistemas operacionais:
| Desktop Windows | Desktop Linux |
Agora vamos ver o famoso "Ambiente de Rede", o lugar onde todos acessam quando querem pegar aquele arquivo que está compartilhado em outra máquina. Vale lembrar que o Linux consegue perfeitamente navegar nos sistemas de arquivos do Windows, mas o contrário não é válido (você acha mesmo que o Bill Gates vai querer que o Windows se integre com o Linux?). Porém é claro que a comunidade não para de trabalhar e para isso temos o Samba. O Samba é um servidor de arquivos que permite que o Windows veja os diretórios do Linux. Ele simula um servidor de arquivos Windows podendo ser implementado tranquilamente em qualquer empresa. Vamos ver o "Ambiente de Rede" dos dois sistemas operacionais:
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Quando você vai instalar ou remover um programa no Windows você deve recorrer ao famoso "Adicionar e Remover Programas" não é verdade? Bem pra falar a verdade você só vai até lá quando vai remover um programa pois pra instalar tem que ficar se virando de verde e amarelo pra achar o mesmo na internet. No Linux também há um programa equivalente, porém há algumas diferenças. No meu Desktop Linux eu posso instalar mais de 17 mil programas todos listados diretamente da internet. Basta selecionar qual quero na lista e clicar em aplicar. Isso quer dizer que quando eu quero um programa para determinada tarefa não preciso sair em busca dele na internet nem mesmo ter de pagar aquela quantia absurda pelo mesmo. Basta abrir meu gerenciador de programas e localizar algo que me satisfaça dentre as muito bem organizadas categorias. Fácil demais né?
| Desktop Windows | Desktop Linux |
Os viciados em internet sempre utilizam mensageiros instantâneos. Ta legal... pra falar a verdade os não viciados também, todo mundo usa. No Brasil o mais popular é o MSN Messenger (isso mesmo. No Brasil! Lá no exterior o mais famoso é o YIM). Mas como conectar nele se a Microsoft não cria um cliente para Linux? Para isso temos diversos programas no Linux criados pela comunidade. Para aqueles que gostam de emoticons personalizados, janelas tremendo e webcams eu recomendo o aMSN messenger, porém eu gosto muito mais do meu GAIM. Com ele posso conectar ao mesmo tempo no ICQ, MSN, Jabber e GTalk. Vale lembrar que ele ainda se conecta no YIM, Zephir, Napster, Mirc e Gadu Gadu. A nova versão 2.0 do GAIM (que está para ser lançada) promete suporte a webcams e chat de audio, coisas que já estão sendo implementadas em outros programas. Confiram:
| Desktop Windows | Desktop Linux |
Tem gente que não assume mas é viciado(a) nos joguinhos do Windows. Bom, pra ser sincero com vocês o Linux tem joguinhos muito mais legais. Como exemplo cito o Frozen Bubble e o Super Tux. Porém vamos mostrar aqui, para acalmar alguns ânimos, que aqueles joguinhos de mal gosto que vêm no Windows também estão disponíveis no Linux.
Paciência, Paciência Spider, Freecell e Campo Minado:
Receber e-mails através de um cliente é sem dúvida a forma mais fácil de se comunicar com outras pessoas pelo mundo. Um cliente de e-mail facilita bastante a nossa vida. O cliente de e-mail que vem com o Windows é o famoso Outlook Express. Já no meu Ubuntu Linux eu utilizo o Ximian Evolution, um poderoso cliente de e-mails que ainda me fornece calendário, agenda, lista de tarefas, notas e ainda integra com o Exchange. Recursos esses que só estão disponíveis no Microsoft Outlook, programa que faz parte da suite de aplicativos do Microsoft Office que é muito cara (R$ 1.500,00 pela versão Standard).
| Desktop Windows | Desktop Linux |
Talvez você deva se sentir incapacitado de exercer suas habilidades artísticas configurando os temas em seu Windows XP. Ele vem com o tema padrão (com variações Silver e Olive) e o tema clássico do Windows. Pra colocar temas em ícones é preciso fazer uma danada de uma gambiarra e para temas gratuitos a mesma coisa. No meu Desktop Linux eu passo horas trocando temas. Além de inúmeros temas que podem ser baixados gratuitamente pela internet, há infinitas combinações dos mesmo o que torna a personalização um trabalho agradável e complexo. Posso personalizar cores, formas, bordas de janelas, papéis de parede, posições de botões, fontes, ícones e muito mais. Ferramentas como o "Gnome-art" possibilitam listar todos os temas disponíveis na internet para download e a instalação remota na hora sem nem precisar abrir o navegador:
| Desktop Windows | Desktop Linux |
A famosa linha de comandos não poderia deixar de estar presente não é verdade? No Windows podemos usar o "Commander" para usar comandos do DOS. No Linux isso não é diferente. Utilizo meu "Gnome-Terminal" para rodar os comandos so Bash, a linha de comandos mais utilizada no Linux (isso mesmo, a mais utilizada. Existem várias outras, umas voltadas pra programadores, outras pra usuários, etc). Eu deixei o meu terminal branquinho mesmo apenas por preguiça, mas você pode deixar ele transparente, colorido, preto, da maneira que quiser.
| Desktop Windows | Desktop Linux |
Bom, no Windows temos que comprar uma suite Office pois não vem nenhuma não é verdade? E é bem caro por sinal (R$ 1.500,00 pela versão Standard). No Ubuntu Linux o Open Office já vem instalado por padrão. Veja o Open Office rodando em comparação com o Microsoft Office. Vale lembrar que o Open Office abre e salva no formato do Microsoft Office e possui recursos únicos como exportar diretamente para PDF ou para animações Flash (isso mesmo, você pode pegar aquelas apresentações de slides bonitinhas que recebeu por e-mail e converter para Flash com 1 clique).
Editor de textos, editor de planilhas e editor de slides:
Bom, cansei de tirar screenshots do Windows então vou mostrar algumas apenas do Linux daqui para frente ok?
Veja abaixo como configuro o idioma do meu teclado e o mouse:
Na hora de relaxar nada melhor que ouvir música ou assistir um bom filme não é verdade? No Linux é óbvio que temos inúmeros players de som e vídeo. O padrão instalado no Ubuntu é o Totem, mas você pode instalar vários outros. Muitas pessoas acabam empacando com o Linux na parte de multimídia pelo fato de não virem instalados os codecs proprietários de áudio e vídeo. Bem, eu não acho isso uma coisa tão terrível assim, visto que o Windows também não os traz, pra isso agente instala aqueles "codec packs" que circulam pela internet e que trazem de "brinde" um monte de ad-awares e spyware pra se espalharem por todo o canto. Se você quiser saber como instalar codecs multimídia no Ubuntu visite este forum que esta pergunta ja foi respondida inúmeras vezes por lá. É muito fácil inclusive... da pra fazer pelo gerenciador de programas, mas antes temos que ensinar seu Linux a procurar programas em outros endereços da internet.
Confiram o Totem Media Player funcionando do lado esquerdo e o Mplayer do lado direito (ambos tocam audio e vídeo):
Agora veja como podemos configurar a resolução do vídeo e o monitor:
É sempre bom estar com o relógio no horário não é verdade? Configurar a hora num desktop Linux é muito fácil e se quiser pode escolher o fuso-horário e pedir que o Linux atualize a hora automaticamente pela internet com o servidor atômico. Agora não tem desculpa pra perder a hora heim! O horário de verão também é atualizado pra que você não de aquele furo no trabalho chegando uma hora mais cedou ou pior... mais tarde!
Você deve falar português, mas e se alguém quiser usar o Linux no seu computador e for... do Japão, por exemplo? Que tal dar a possibilidade do usuário escolher a língua com a qual vai trabalhar com o sistema? No Linux isso é possível. Lá no Windows nós temos que comprar a versão do Brasil, mas o Ubuntu, como a maioria das distribuições Linux, já é internacionalizado e tem suporte a diversas línguas:
Lá no Windows agente tem um tal de "Live Update" que fica nos avisando sempre que há uma atualização disponível. O Ubuntu Linux também vem com uma ferramenta, que inclusive levanta uma caixa no System Tray avisando sobre updates. Veja abaixo a ferramenta para configuração das atualizações:
Quando pressionamos "Ctrl + Alt + Del" la no Windows (isso sem dúvida ocorre com uma grande frequência) trazemos à tona o "Gerenciador de Tarefas". Com ele podemos monitorar os recursos da máquina e fechar aplicativos travados. No Linux também temos um equivalente que se chama "Monitor de Sistema". Com ele monitoramos a capacidade dos discos, uso da memória, carga do processador, uso da rede e é claro que controlamos aplicativos. Podemos matar um aplicativo, definir prioridade baixa, alta ou apenas ver que é o "vilão" que está roubando seus precioso MBs de memória. Confiram o Monitor de Sistema em ação:
É sempre bom manter todos os programas instalados no menu para facilitar o uso. 90% dos aplicativos instalados diretamente da internet pelo gerenciador de programas já entram automaticamente no menu, mas você pode instalar algum que não faça isso (geralmente pacotes criados por terceiros). O mesmo com aqueles jogos comerciais como Quake, Doom, Neverwinter, Wolfenstein, America's Army, etc. Para criar um atalho no menu é muito fácil, basta usarmos o "Editor de Menus" que também já acompanha o Ubuntu 5.10:
E as opções da internet? Elas estão no navegador, que no meu caso é o Firefox. Também há uma ferramenta para configurar a conexão via servidor proxy no Ubuntu. Vejam só:
La no Windows, há uma ferramenta para configuração dos serviços que vão iniciar com o computador. Fica lá no "Painel de Controle" em "Ferramentas Administrativas". No Linux também podemos controlar o que vai ligar automaticamente junto com o sistema. Segue a ferramenta de configuração dos serviços que iniciarão no boot:
Quer monitorar as partições? Montar e desmontar volumes e acessar o seu outro HD? Fácil fácil com o Gerenciador de Discos. Se quiser ter informações detalhadas sobre o hardware de sua máquina não precisa abrir a CPU e arrebentar o lacre de garantia. Com o "Gerenciador de Dispositivos" você poderá ter acesso fácil aos dados de seu hardware. Confira os dois em funcionamento:
Eu sei que instalar fontes no Windows é muito fácil. Você vai no painel de controle, em Fontes e arrasta os arquivos pra dentro. No Linux é igualzinho. Basta abrir o Nautilus, pressionar "Ctrl + L" para que ele exiba a barra de endereços e acessar o endereço: "fonts://". Pronto. Só arrastar as fontes pra dentro. Atenção: Você pode ter de relogar para ver as fontes novas.
Imagine a seguinte situação: Você está usando o computador em seu usuário. De repente chega seu irmão e precisa passar um e-mail urgente, mas você não quer deixar que ele tenha acesso ao seu histórico e itens pessoais. Você pode facilmente iniciar uma nova sessão para ele. O melhor disso tudo é que as 2 podem trabalhar ao mesmo tempo. Você tem 2 opções:
1 - Criar uma nova sessão completa. Sua sessão será bloqueada com senha e uma nova criada. Você pode trocar de uma sessão para outra pressionando "Ctrl + Alt + F7" e "Ctrl + Alt + F8". Fácil não: Da pra abrir várias outras no F9, F10, etc.
2 - Criar uma nova sessão em janela "Aninhada". Isso quer dizer que você abrirá uma janelinha e dentro dela a nova sessão trabalhará, como se fosse um novo programa. Vejam que legal:
O Linux também tem opções de acessibilidade para usuários com necessidades especiais. Veja a seguir:
E é por isso que eu digo que o Linux já é uma excelente alternativa para Desktops.
Vale lembrar que o Ubuntu Linux (assim como quase todos os outros Linux) pode ser baixado na internet. É apenas 1 CD. Se você quiser, pode pedir pelo correio de graça!
"Mas Antonio você quer dizer que eu posso entrar na internet, pedir 200 CDs de Ubuntu Linux que eles entregam na minha casa lá no meio da tribo dos AKIDAUANUS bem no meio da floresta tudo via correio de graça???"
Exatamente! Se tiver um endereço postal válido o pessoal entrega sim hehehe. No site do Ubuntu Linux você pode pedir CDs que eles te entregam por 2 motivos:
1º - Eles tem dinheiro sobrando. O fundador do Ubuntu Linux não é nada mais nada menos que Mark Shuttleworth, o primeiro africano no espaço e 2º turista estelar que pagou 20 milhões de dólares para a Estação Espacial Internacional (ISS) russa por uma estadia de 11 dias la em cima, ocasião que aproveitou para cultivar células tronco no espaço (sim ele foi o primeiro a cultivar células tronco no espaço).
2º - Se você está pedindo CDs é por que vai divulgar o Linux. Você não pediria 50 CDs (por exemplo) só pra você.
Ta certo que demora um bocado pra os CDs chegarem, pois ele atendem pedidos do mundo todo. Aqui para o Brasil leva de 2 a 3 meses na média. Eu preferi baixar o meu... rs.
Acabo de ver na internet que um Windows XP Profissional original na caixa está saindo por aproximadamente R$ 800,00. E olha que ele nem vem com o Microsoft Office que sai por uma bagatela de R$ 1.500,00 na versão Standard. A brincadeira ficou em R$ 2.300,00 para poder ter um sistema operacional e uma suite office rodando na sua máquina. Por menos que isso eu monto um belíssimo computador com 1GB de memória RAM e placa de vídeo aceleradora pra rodar Quake 4 e Doom 3. Por um acaso você encontrou seu dinheiro no lixo? Será que o suor do seu trabalho não vale muito mais que 2 programas de computador? Este valor acima citado equivale a certa de 7 meses de trabalho recebendo um salário mínimo aqui no Brasil. Portanto pense bem da próxima vez que quiser mandar seu valoroso dinheirinho para uma empresa norte americana. E quando for calcular o preço dos software para seu Windows não se esqueça do anti-vírus.
Talvez você deve estar se perguntando: É mesmo!!! E o anti-vírus? Tem algum bom pra Linux e grátis? Sim, temos anti-vírus para Linux, mas eles não server pra quase nada, rs. Linux não pega vírus. Você deve estar arrancando os cabelos e se perguntando se isso é verdade não é mesmo? Pois bem, pela simplicidade do Linux, você pode até criar um vírus para Linux, eu mesmo crio um em 10 segundos... rs. Porém graças ao seu complexo sistema de permissões, o máximo que você pode destruir é o seu diretório pessoal e nunca o sistema. Pra falar a verdade até hoje foram registrados uns 2 ou 3 vírus para Linux, e eles só chegaram a infectar 2 computadores sendo que em um nem funcionou e no outro pegou por possuir uma exata versão do compilador gcc e uma determinada versão do kernel. Um vírus para Linux teria que ser algo como: "Boa tarde, eu sou um vírus e quero detonar seu computador. Você pode me dar permissão para executar e me abrir como administrador? Obrigado".
Agora a sua pergunta deve ser: Se não há vírus para Linux pra que anti-vírus?
Simples, para escanear computadores Windows na rede... rs. Além do mais você pode de repente compartilhar um arquivo infectado para uma estação Windows o que significa que você sobrevive, mas o Windows não. Sabe aqueles e-mails infectados que todo mundo recebe? Eu abro eles numa boa, clico nos links e nada acontece!
Resumindo: No Linux você pode abrir sites de bancos, e-mails e tudo mais com total segurança sem precisar daquele anti-vírus chato que só fica ali consumindo memória. Quer coisa melhor que isso?
Instalando o Ubuntu Linux 5.10, você leva gratuitamente uma suite office completa, um cliente de e-mail profissional, um navegador web de excelente qualidade, programas para mirc e messengers, editores de imagens e gráficos vetoriais, players de vídeo e som, e mais de 17.000 programas a serem instalados diretamente da internet sem qualquer custo. Se você quiser baixar o Ubuntu Linux 5.10 você pode gratuitamente no site oficial: http://www.ubuntulinux.org
Se você está com medo de esperimentar baixe a versão "LiveCD" pra não ter de instalar. Isso mesmo... o Linux roda direto do drive de CD sem instalar nada se você quiser. Nem precisa de HD. Eu mesmo tenho um Linux instalado no meu MP3 Player e rodo ele diretamente da porta USB sem instalar nada no meu HD. Se você gostar pode baixar a versão "Install" que é a de instalação (durd... eu ja percebi!), mas fique atento à arquitetura. A versão "64" é para processadores de 64 bits. A versão "i386" é a mais comum para processadores INTEL e AMD. A versão "PPC" é para computadores MAC.
Se você quiser pode ainda esperimentar outras das centenas de distribuições Linux que existem. SuSE, Fedora Core, Mandriva, Debian, Slackware, Gentoo, etc. São inúmeras distribuições diferentes de Linux, cada uma com suas peculiariedades. Se tiver tempo e vontade pode testar todas elas e escolher qual se adapta melhor às suas necessidades.
Qualquer dúvida que você tiver, fique tranquilo. A comunidade Linux está sempre preparada para lhe ajudar nas horas mais difíceis. Deixarei aqui o endereço do forum luso-brasileiro de Ubuntu Linux. Nele você poderá tirar quaiquer dúvidas sobre seu Ubuntu Linux: http://ubuntu.linuxval.org
Um forte abraço a todos. Deixarei meus dados de contato, mas por favor, para dúvidas sobre o Ubuntu Linux postem no forum e não fiquem enchendo minha pequenina caixa postal de 2.5GB do Google com dúvidas... rs. Obrigado.
Para as garotas está liberado o envio de dúvidas... rs. E pra ofertas de emprego também, ou se alguém de repente quiser me mandar um dinheiro, sei lá. Bem que seria bom heim... rs. No farol o pessoal só te da propaganda... dinheiro que é bom nada! Na internet não é diferente não é verdade?
Antônio Cláudio da C. Ayres (LedStyle)
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